Artesanato Indigena

A Arte e o Artesanato Indígena Brasileiro
Artesanato Indígena Americano

Artesanato Indígena Americano

O artesanato indígena americano é um artesanato surpreendente de tão bonito e alguns artefatos podem ser comprados pela internet, como os cocares.

Mas esses artesanatos indígenas americanos não são baratos e são bem mais caros que os artesanatos indígenas brasileiros.

Um site onde você pode encontrar artesanato indígena americano para comprar é o Mercado Livre.

No entanto, ao invés de comprar, você pode fazer o seu próprio cocar indígena americano. Veja como fazer no vídeo abaixo:

O tutorial acima é útil se você deseja ter um cocar indígena americano e não se importa do cocar não ter sido feito originalmente por mãos indígenas.

No caso, por exemplo, de você querer o cocar para uma festa a fantasia.

O Estilo do Artesanato Nativo Americano

Os índios americanos usavam contas em uma variedade de aspectos da vida diária. Elas eram usadas no vestuário, mocassins e transformadas em cintos para os homens.

Em algumas tribos, era usada como uma forma de moeda. Aqui estão alguns estilos de trabalhos com contas diferentes usados pelos índios americanos.

Wampum

Wampum é uma forma antiga de artesanato indígena que foi criada a partir das conchas de amêijoas.

Fazê-lo exigia tempo, já que cada concha precisava ser entalhada para fazer sua própria conta branca ou roxa.

Ele não era apenas usado como moeda, mas como uma forma de comunicação dentro e fora da tribo.

Os conselhos se reuniam de formas descritas em cinturões de wampum, assim como guerras eram declaradas e tratados eram criados com wampum.

Trabalhos com Espinhos

Os trabalhos com espinhos eram uma forma de artesanato indígena feito com espinhos de porco-espinho.

Eles eram transformados em contas e tecidos juntos para criar utensílios para o cotidiano. Eles eram usados para criar caixas e cestas para armazenamento e mover a tribo.

Além disso, ele era usado para criar jóias para homens e mulheres.

Trabalhos Manuais com Contas

Usando as menores contas, os índios americanos usavam uma técnica de trabalhos manuais com contas para criar jóias, vestuário e outros itens.

Esse tipo de artesanato era praticado pelos índios Navajo. Essas técnicas eram usadas para criar gargantilhas, que costumavam ter um valor simbólico, ou mensagens.

Esse tipo de artesanato era normalmente usado para criar outras peças de joalheria como brincos ou braceletes, assim como bolsas e cintos.

Trabalhos com Contas de Vidro

Após a chegada dos europeus, muitas tribos americanas começaram a usar contas de vidro em seus trabalhos.

Os europeus costumavam trocar contas de vidro com as tribos indígenas como sinal de amizade. Elas se tornaram populares e uma parte integral do artesanato nativo americano, e começou a substituir tanto o wampum quanto os espinhos de porcos-espinho em muitas tribos.

Os trabalhos em vidro eram usados para criar arte, cintos, itens de joalheria e para decorar as roupas dentro da tribo.

Artesanato Indígena e Colonial na América

É extremamente difícil compreender a indústria do homem na América nos tempos pré-históricos.

Tanto no Norte como no Sul, muitos restos foram coletados, aparentemente Paleolíticos e Neolíticos, o que atesta a presença do homem no Novo Continente naquela época, mas as ciências auxiliares da arqueologia ainda têm muito a investigar antes de ditar a idade dos trabalhos em pedra, osso, cerâmica, metais e madeira que foram encontrados.

Na América do Norte, inúmeras necrópoles foram reconhecidas, e nelas foram encontrados os machados de pedra, tubos do mesmo material, alguns com formas de animais; contas feitas com conchas perfumadas de molusco; vários ornamentos de concha, em alguns dos quais sinais interessantes foram gravados sob a forma de cruzes, estrelas, pontos, espirais, trastes, etc. pratos de cobre em relevo com figuras que se parecem com guerreiros ou feiticeiros; vasos de cerâmica das formas mais variadas; tubos de argila e, finalmente, arquiteturas habitáveis, cavados diretamente na rocha, já completando buracos naturais com blocos de pedra cortada e, às vezes, polidos.

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Esses produtos industriais e artesanais, paleolíticos ou neolíticos, testemunham um grau de civilização antes das grandes organizações sociais americanas que se desenvolveram posteriormente nos territórios entre o México e o Peru.

As populações que habitavam a região oriental do que são agora os Estados Unidos da América, na data do pouso dos europeus não estavam na natureza.

Constituíam tribos poderosas ou confederações que conheciam a agricultura, esculpindo, polindo pedras duras e trabalhando cobre.

No entanto, nestas regiões da América do Norte, a civilização era primitiva, embora contemporânea das grandes culturas indígenas do centro e sul do continente.

Com relação ao termo primitivo, vale a pena lembrar que não é suficiente que o material coletado pelos arqueólogos apresenta características do trabalho primitivo para colocar nos períodos mais antigos da civilização americana.

Pode ser que um objeto muito primitivo pela técnica de sua fabricação pertence a um tempo próximo a nós; Por outro lado, existem outras obras de arte muito antigas, primitivas para a idade, que têm uma qualidade correspondente às belas artes evoluídas; são, por exemplo, as obras das mais altas civilizações da América: asteca, maia, inca.

Como Fazer um Cocar de Índio Americano

A Ordem da Flecha é um grupo formado por escoteiros dos Estados Unidos. A organização, que segue a temática dos americanos nativos (índios), permite que os membros participem de atividades de aprendizagem, artesanato e aptidão física.

Este é um projeto simples para as crianças fazerem um cocar indígena semelhante aos dos nativos americanos, usando materiais básicos, como um saco de papel e papel colorido de artesanato.

O que você precisa:

  • Saco de compras de papel
  • Tesoura
  • Giz de cera
  • Cola
  • Papel de artesanato

Instruções Passo a passo

Corte uma tira do saco de papel de supermercado de cerca de dois centímetros de largura, com a mesma circunferência da cabeça do menino que vai usar o cocar.

Decore de forma bem criativa de sua escolha usando giz de cera. Desenhe círculos, triângulos e quadrados sobre o papel.

Cole as pontas do papel de forma que os desenhos fiquem para o lado de fora e deixe secar. Corte cerca de 10 formas ovais longas e finas de cores diferentes usando o papel de artesanato.

As formas ovais devem ter cerca de 13 cm de comprimento e 2,5 cm de largura. Cole uma extremidade de cada forma oval no interior da faixa decorada de papel, posicionando-as de modo que fiquem em pé como as penas de um cocar.

Deixe secar antes de usar.

Como Parecer um Índio Americano

Estampas, tecidos e símbolos bonitos inspirados pela arte e design dos índios americanos aparecem em qualquer lugar, desde a moda em Paris a redes de lojas de varejo.

Muitos são atraídos a itens como colares de contas, anéis turquesa e mocassim costurado à mão, devido ao espírito que eles evocam.

Mas é importante entender a história complicada desses itens e mostrar respeito por quem os criou.

Veja o Passo 1 para aprender a adicionar designs dos índios americanos ao seu look de forma que celebre sua cultura enquanto respeita sua tradição e história.

Parte 1 – Escolhendo Roupas e Acessórios

Procure roupas e bijuterias feitas por designers e artistas índios americanos

Compre roupas e bijuterias em feiras e vendidas diretamente por pessoas com quem você falou ou conheceu para garantir que o crédito seja dado a elas.

Artistas de muitas culturas indígenas vendem roupas, bijuterias e outros acessórios muito bonitos.

Confira varejistas indígenas online ou compre localmente para ter mais opções. Dessa forma, você também pode entender mais sobre o significado histórico e cultural dos itens que você for usar.

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Por exemplo, se você comprar uma peça de bijuteria diretamente da pessoa que a fez, você pode pedir que ela lhe explique mais sobre o que está por trás do design.

É muito importante se certificar de que os artistas e designers indígenas estejam em controle das vendas dos seus próprios bens.

Quando os símbolos e designs indígenas são fabricados e vendidos fora de contexto, seu significado se perde, e é prejudicial para as culturas individuais responsáveis por esses itens tão procurados.

Procure por itens com etiquetas “Feitos por Indígenas”

O Ato de Artesanato Indígena protege os itens feitos por indígenas, e apenas esses itens autênticos podem ter essa etiqueta.

Se a etiqueta disser que foi feita em algum outro lugar do mundo, provavelmente não é um item autêntico, e os designers e artesãos indígenas não receberão benefícios por essa compra.

Pesquise marcas para descobrir sua história

Se houver uma marca fazendo itens inspirados pela cultura indígena que chame a sua atenção, faça uma pesquisa para ver como está sendo fabricado e quais são suas práticas de negócios.

Mesmo se a companhia não for de um nativo americano, seus donos podem estar usando práticas que apoiem a cultura.

Veja se você pode descobrir o seguinte:

  • A companhia dá créditos ao artista ou grupo de pessoas que originalmente inspiraram o design ou produto que ela está vendendo?
  • O produto perpetua estereótipos de índios americanos de alguma forma, ou o seu design e fabricação honram o espírito no qual ele foi criado?
  • A companhia usa práticas éticas de negócios?

Não compre itens de imitação produzidos em massa

Desde que os designs inspirados pela cultura indígena americana se tornaram populares, é fácil encontrar produtos feitos em massa em todo shopping.

Mas esses itens não são autênticos, e ainda mais importante, as pessoas que criaram originalmente os designs não recebem nenhum benefício das vendas.

Evite versões falsas dos itens indígenas americanos, como cocares de plástico ou imitações baratas de pingentes de animais, principalmente se eles forem produzidos em um país diferente.

Eles não foram feitos pelas pessoas que entendem o significado cultural por trás desses itens. O mesmo se aplica a estampas tradicionais que algumas culturas têm como sagradas.

Por exemplo, o estilo “Navajo” de roupa de baixo e de frasco de bebida, que se tornou recentemente popular.

Parte 2 – Tendo Consciência Cultural

Pense sobre a história do que você usar

Você sabe a origem da estampa da sua blusa inspirada no Cherokee? Pode ser um significado espiritual profundo.

Também pode ser apenas um design bonito e colorido sem significado nenhum. A questão é que se você usar algo criado por outra cultura com a qual você não tem nenhuma conexão, você pode estar se comprometendo com uma grande gafe sem perceber.

Antes de decidir usar algo, pense sobre o que isso significa e faça uma pesquisa para saber mais. Seja se for um par de mocassim com contas de pássaro, brincos de pena ou um suéter com um design ousado inspirado pelos indígenas, é importante pensar sobre a história das roupas e das bijuterias que têm raízes indígenas, para que você tenha respeito em relação à quem as criou.

Se você for usar algo que você saiba que tem significado cultural sem reconhecê-lo, essa é uma forma de apropriação cultural – usar algo que não é seu e fingir que é.

Pense sobre sua conexão pessoal com o que você usar

Parte do desenvolvimento de um estilo pessoal forte tem relação com escolhas bem pensadas e uso de coisas que têm significado para você.

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Usar roupas e bijuterias indígenas sem ser um membro de uma cultura indígena, ou sem ter uma conexão pessoal com uma, é como exibir uma lembrancinha de um lugar onde você nunca visitou.

Você está usando algo de um lugar sem saber muito sobre ele e está usando como uma forma de fingir que teve uma experiência que, na verdade, não teve.

Visitar um lugar, formar vínculos com pessoas e escolher algo significativo para guardar é algo mais honesto para fazer.

Entenda que alguns itens são feitos para um grupo em particular

Alguns são bons para usar, mas outros têm um significado sagrado ou uma história que os torna não apropriados para o uso, a não ser que você seja parte de uma tradição ou cultura em particular.

Nesses casos, é importante não usar algo, mesmo se você achar bonito e não tiver nenhuma intenção de prejudicar ninguém.

Por exemplo, penas, cocares e outros itens têm significados espirituais em particular. Alguns desses itens precisam ser conquistados e recebidos através de cerimônias particulares.

Portanto, eles não devem ser usados casualmente por pessoas que não tem familiaridade com a cultura dessas práticas.

Aprenda sobre a história dos indígenas americanos

Saber mais sobre a história de como as culturas indígenas americanas foram oprimidas nos EUA lhe ajudará a entender por que uma coisa, tão simples como uma peça de bijuteria, é, na verdade, muito significativa.

O que você escolher usar pode tanto ser uma celebração da beleza de uma cultura ou um sinal de profundo desrespeito, e aprender mais irá lhe mostrar a diferença.

Parte 3 – Praticando

Use algumas peças especiais

Por exemplo, usar um par de mocassim ou uma bijuteria turquesa é uma boa escolha, mas se enfeitar de todos os itens que você tiver de uma só vez é exagero – e bem distante de tentar se “vestir” como um indígena americano.

Escolha um item ou dois que tenham significado especial para você e incorpore-os ao seu estilo único.

Se você se “vestir” como um indígena americano da cabeça aos pés, mas não tiver nenhuma herança indígena, você está declarando ser alguém que você não é.

Não saia de fantasia

Não se vista como uma versão estereotípica de um indígena americano por motivo nenhum – mesmo se for para uma festa à fantasia ou Halloween.

Mesmo se você achar que é só por diversão, é desrespeitoso e prejudicial. Você pode ter boas intenções, mas a não ser que você queira chamar atenção – do tipo negativo – não use.

Mesmo se você se vestir como seu personagem preferido de um livro, série ou filme, não é legal colocar esse tipo de fantasia.

Outras pessoas podem não saber exatamente o que você está tentando representar, e em qualquer caso, sua escolha de fantasia pode ser muito ofensiva para algumas pessoas.

Não tente “parecer” um indígena americano – a não ser que você seja um

Tentar fazer isso sem fazer parte da cultura deles é desrespeitoso. Se você for atraído pelos seus designs e artes, eduque-se sobre a história deles e aprenda a honrar os seus valores sem se apropriar deles.

Até mesmo designers de moda, músicos, times esportivos e atores de filmes são culpados de perpetuar estereótipos e passar dos limites.

Mas muitos grupos têm se manifestado contra essas práticas. Por exemplo, a campanha “Mude o Mascote” pediu que a Liga Nacional de Futebol Americano parasse de usar um mascote ofensivo para o time em Washington, DC.

Esforçar-se para ser bem informado lhe ajudará a se expressar através da moda sem machucar outras pessoas.