Artesanato Indígena e os Colares (Exemplos de Colares Indígenas)

Artesanato Indígena e os Colares

Existem os mais diversos tipos de artesanato indígena, incluindo colares. Abaixo, por exemplo, estão os colares do povo Mamaindê e Negarotê (MT).

Eles produzem peças belíssimas em Tucum e Inajá e outros materiais.

Colares indígenas
Colares indígenas

Os colares de penas feitos pelos indígenas são usados, inclusive, para trabalhos religiosos.

Indígenas Usam Sementes Para Confeccionar Artesanato em Dourados

Faça Você Mesma um Colar Indígena – Passo a Passo de Como Fazer

Quanto Custa um Colar Indígena?

O colar indígena é um adorno 100% artesanal feito com matéria-prima natural, como sementes e penas. Cada artesão, logicamente, segue sua regra para precificar sua arte, mas você pode esperar pagar em torno de R$ 29,00 em um colar indígena simples.

Ofertas de colar e brinco/pulseira podem sair em torno de R$ 59,00. Você deve lembrar que quanto mais rebuscado e, dependendo da etnia, mais caro o colar vai ser.

A matéria-prima também influencia muito no preço do colar. Por exemplo, se for feito de sementes de coco rústicas, espere pagar mais de R$ 100,00.

Sementes de açaí, olho de boi, ossos, etc. também são matéria-prima cara, principalmente se for uma peça xamânica.

Se for para decoração, vale a pena investir em um colar indígena caro, pois geralmente tem um grande significado por trás da produção dele, ou seja, há uma história por trás daquela peça.

O colar indígena, como decoração, pode até melhorar a energia de um ambiente turbulento, como um ambiente de trabalho, por exemplo.

Um colar indígena famoso é o feito com sementes de tucumã. Lembrando que, ao adquirir uma arte indígena diretamente de uma tribo, você está contribuindo não só com o sustento de uma família, mas também com a permanência dessa cultura na nossa sociedade.

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Os Colares das Mulheres Sateré-Mawé

Coletar na floresta amazônica as sementes que caem das árvores nativas, entre elas, o puca, o morototó, o açaí, a jarina (marfim vegetal), o tento, o caramuri, o tucumã e o muru-muru, para fazer colares, brincos, pulseiras, adornos para os cabelos e pés, é tarefa de muitas mulheres da etnia, da qual o nome na língua indígena significa “lagarta de fogo” (Sateré) e “papagaio falante” (Mawé), nomes dos principais clãs do grupo, conforme pesquisa do Instituto Socioambiental.

A artesã Suelen Vilacio com colares de sementes de puca e morotoro
A artesã Suelen Vilacio com colares de sementes de puca e morotoro

“As 50 mulheres que trabalham com o artesanato tiram uma renda média mensal que varia de R$ 70 a R$ 300. Temos esse recurso como uma renda extra para cada família”, afirmou Sônia Vilacio, que recebe apoio das filhas Suelen e Sâmela e Zenilda Neta no trabalho manual de confecção de brincos, colares e pulseiras, dando continuidade na geração de artesã Sataré-Mawé.

Colar de madeira tinginda e sementes de mologo e fibra vegetal
Colar de madeira tingida e sementes de mologo e fibra vegetal

 

Colar de jarina, o marfin vegetal, com sementes de açaí, ingarana e puca
Colar de jarina, o marfin vegetal, com sementes de açaí, ingarana e puca
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