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Medo de Dirigir

Seria possível superar o medo de dirigir? Bom, se você tem medo de dirigir ou conhece alguém que tenha, valerá a pena perder, ou melhor, superar esta barreira que mantém pessoas estacionadas na vida, e dar sinal verde para sua autonomia e liberdade.

Afinal, o tempo passa e a vida cobra mudanças e vencer o medo de dirigir pode ser a maior delas, pois trata-se de um investimento para o resto da vida, um beneficio seu e da sua família.

A Amaxofobia (ou Medo de Dirigir)

Será que existe uma explicação psicológica sobre o medo de dirigir? Clinicamente, as pessoas possuem medo de errar ou medo da crítica, e não propriamente medo de dirigir.

O medo é inerente a todo ser humano e ele é bom, pois te proporciona cautela e cuidado.

O problema do medo é quando ele te paralisa, aí ele se torna patológico. Quando o medo paralisa a pessoa a ponto de não conseguir enfrentá-lo, é preciso tratá-lo.

Aliás, o medo de dirigir pode esconder outras inseguranças e existem vários graus de amaxofobia (medo de dirigir).

Como, por exemplo, casos de bloqueios devido a medos que começam em momentos traumáticos ou até mesmo coisas que vem desde a infância.

Se você se encontra nessa situação de medo ou bloqueio na hora de dirigir, seja qual for o motivo, saiba que existe ajuda para lidar positivamente com essa situação.

Se você tem medo de dirigir, certamente vai pensar muito antes de tomar a decisão de enfrentar o medo.

Seu mecanismo de defesa te sabotará para você se esquivar do processo de enfrentamento do medo, com pensamentos negativos e catastróficos para que assim você se boicote.

Se for a primeira vez que você decide iniciar o processo de aprendizagem, procure cercar-se de pessoas que te apoiem, te incentivem e que te ajudem a superar seus medos.

Se você ainda tiver medo do carro desligar no meio do caminho, treine bastante o ponto da embreagem e só siga para a próxima etapa quando sentir mais segurança.

Um ajuda que você pode adquirir é a orientação psicológica para superar o medo de dirigir.

Medo de Dirigir Não é Besteira e Há Como Superar

Se você tem medo de dirigir provavelmente já cansou de ouvir: “Medo por quê? Que besteira! Dirigir é tão simples!“.

O medo é uma emoção boa que protege a vida, mas às vezes ele é tão grande que deixa de proteger e passa a atrapalhar.

O medo de dirigir atinge principalmente pessoas ansiosas, inseguras, extremamente cuidadosas e que se cobram demais.

As pessoas têm mania de dizer que ter medo de dirigir é uma besteira, mas não é. Esse é um dos piores medos que pode existir porque te atrapalha em várias esferas da vida e limita a sua liberdade de ir e vir“, explica a psicóloga especializa em medo de dirigir, Cecília Bellina.

Se você me dissesse ‘Bellina, tenho medo de avião, mas vou comprar uma passagem para viajar amanhã’ eu te diria: ‘vá!’. O seu medo não vai fazer o avião cair, não vai modificar o rumo das coisas. Já o medo de dirigir coloca a sua vida e a de outras pessoas em risco, por isso eu digo: não vá enquanto não conhecer os comandos do carro e não superar essa ansiedade“.

Como Superar o Medo de Dirigir

Para controlar a ansiedade inicial, que é a maior inimiga de quem tem medo de dirigir, a psicóloga indica um exercício básico.

Pegue o carro dentro da garagem. Sinta os pedais, as marchas e o motor. Faça isso todos os dias até se sentir completamente segura, o que vai demorar mais ou menos uma semana.

Depois, dê uma volta na quadra. “O coração vai acelerar, vai dar medo, mas você tem que ir diariamente até sentir a ansiedade abaixar. Quando isso acontecer, é hora de dar uma volta no quarteirão e depois no bairro“, afirma.

Segundo a psicóloga, a melhor forma de vencer o medo é estabelecer metas e encarar cada obstáculo de uma vez, sempre sozinha.

Depois de muitas horas de treino que envolvem litros de suor, milhares de ondas de calor e coração infinitamente acelerado, esteja certa de que dirigir se tornará um hábito tão simples que você nem se lembrará de onde vinha tanto medo.

O Medo de Dirigir Está Ligado ao Processo de Ansiedade

A ansiedade é um sentimento que acaba por prejudicar o nosso dia a dia. Quando o medo de dirigir vem da ansiedade, a melhor forma de perdê-lo é aceitar que esta ansiedade existe.

A ansiedade patológica se desenvolve de diversas formas, entre elas, fobias, transtornos de pânico e transtorno obsessivo-compulsivo, ou seja, em forma de medo.

Esta característica normal e acentuada também está presente no medo. 

Quais Outros Motivos Levam Uma Pessoa a Ter Medo de Dirigir?

O medo de dirigir, assim como todos os outros, também pode ser ocasionado por um estímulo exterior e está associado a sentimento de raiva ou vergonha, por exemplo.

Traumas passados e o trânsito agitado das cidades grandes ou de estradas também podem ser apontados como motivos para sentir medo de dirigir.

Além disso, a insegurança gerada pela má formação de motoristas também pode ocasionar o medo.

Entre as preocupações de quem sente medo de dirigir estão errar na frente dos outros, atrapalhar o trânsito, machucar alguém ou ser criticado.

E é sempre bom lembrar que há formas de perder o medo de dirigir com mais facilidade. 

O enfrentamento é a base para perder o medo de dirigir e não sofra por antecipação pensando no que pode acontecer.

Há Vários Tratamentos Para Quem Tem Medo de Dirigir e se Sente Incapaz de Pegar no Volante

E, como já dissemos, a amaxofobia ou medo de dirigir pode se desenvolver por uma série de motivos, e a presença constante de automóveis em nossas vidas contribui para a diversificação desses motivos, incluindo quando a pessoa, atrás do volante, se mostra excessivamente nervosa e preocupada com a possibilidade de sofrer um acidente ou de não ser capaz de conduzir o veículo direito.

Portanto, diversos fatos como a participação em um acidente, um instrutor sem tato com as emoções do aluno, a preocupação com os riscos cotidianos e até mesmo a sensação de falta de preparo podem contribuir para o desenvolvimento de um medo que afasta a pessoa da direção e pode afetá-la seriamente no dia a dia.

Diante das possíveis causas que o medo de dirigir possa ter, há alguns métodos que são geralmente utilizados, por psicólogos ou pela própria pessoa, para tratar e amenizar seus sintomas.

Algumas empresas se especializam na capacitação de motoristas já habilitados que tenham medo de dirigir ou que se sintam despreparados para lidar com o trânsito no cotidiano.

Com foco em métodos de direção defensiva e acompanhamento por instrutores capacitados para lidar com alunos que passam por dificuldades relacionadas ao medo e à ansiedade, esse tipo de aula tende a transmitir maior segurança para a pessoa que tem medo de dirigir.

Assim, após uma certa quantidade de aulas, há um reforço da preparação que a pessoa com medo da direção poderia sentir que lhe faltava, e todos os cuidados necessários para uma direção segura são bem assimilados.

Exposição ao Medo: Em graus menos avançados de medo de dirigir, um método simples e eficiente de reduzir os sintomas de ansiedade e estresse ligados à direção é simplesmente dirigir mais, se habituar aos caminhos e horários problemáticos e automatizar as ações ligadas à condução.

Procedimentos psicológicos mais tradicionais também têm seu papel no tratamento do medo de dirigir.

Por meio da terapia cognitivo-comportamental, propõe-se que seu princípio básico seja aplicado ao medo da direção, demonstrando possíveis descompassos entre a realidade e o processamento de informações na mente da pessoa com medo de dirigir.

Assim, o objetivo da terapia é atacar esses descompassos por meio de conversas e procurar condicionar reações mais favoráveis diante de práticas ligadas à direção, ao invés das habituais reações de medo e ansiedade.

Já a dessensibilização gradual é outro método geralmente utilizado como psicoterapia para tratar medos.

Assim, no caso de um paciente com medo de dirigir, pode-se definir essa hierarquia como a imagem de um carro, andar em um como passageiro, dirigir em um trecho menos movimentado, e, por fim, fazer um caminho um pouco mais arriscado, tudo isso acompanhado de métodos de relaxamento.

A hipnose, por sua vez, é o método que realmente leva às raízes do medo, e isso inclui, claro, o medo de dirigir.

A mesma hipnose que pode ajudar uma pessoa a perder peso, por exemplo — ao condicioná-la a comer alimentos saudáveis e não exagerar em gordura em momentos de estresse — pode ajudar outra pessoa que sinta ansiedade ou medo dos riscos ligados à direção a ter uma consciência real dos cuidados tomados para reduzir esses riscos, e simplesmente reduzir o medo.

Já a meditação para o medo de dirigir pode ser utilizada tanto como uma prática constante de redução da ansiedade em geral quanto em um uso curto e específico para o momento da direção.

Tratar o medo de dirigir, portanto, envolve o emprego de diferentes técnicas conforme o grau de medo e incapacitação que ele acarreta na pessoa.

O Sistema Floral Indígena Para Perder o Medo de Dirigir

O Sistema Floral Indígena é uma técnica da terapia alternativa, considerada pela Tradição Indígena Tubakwaassu.

Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Se você está enfrentando o medo de dirigir, considere utilizar o Sistema Floral Indígena para superar esse medo.

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Transtorno do Pânico

Transtorno de pânico ou Síndrome de pânico é um transtorno de ansiedade caracterizado por um intenso medo ou/e mal-estar com sintomas físicos e cognitivos que se iniciam de forma brusca e alcançam intensidade máxima em cerca de 5 minutos, causando medo de morrer persistente e recorrente, o que aumenta a chance de outros ataques.

Há muitas pessoas que desenvolvem este transtorno mesmo sem ter nenhum antecedente familiar.

No Transtorno do Pânico, os neurotransmissores Serotonina e GABA (ácido gabaérgico) encontram-se em desequilíbrio nas áreas ao redor do hipocampo e amígdala cerebelosa.

O transtorno de pânico é caracterizado por crises súbitas frequentemente incapacitantes e recorrentes.

É mais comum em adolescentes e jovens adultos, cerca de metade dos indivíduos que têm transtorno de pânico o manifestam entre os 15 e os 30 anos.

Mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolverem o transtorno de pânico do que os homens.

O transtorno de pânico pode durar meses ou mesmo anos, dependendo de como e quando o tratamento é realizado. 

De fato, muitas pessoas tiveram problemas com amigos e familiares ou perderam o emprego em decorrência do transtorno de pânico.

Aliás, em decorrência dos sintomas perturbadores que acompanham o transtorno de pânico, frequentemente ele é confundido com outras doenças em emergências de hospitais.

O tratamento do transtorno de pânico inclui medicamentos para ansiedade e psicoterapia.

Os profissionais de saúde mental que tipicamente acompanham um indivíduo no tratamento do transtorno de pânico são os psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais.

Para prescrever um tratamento medicamentoso para o transtorno de pânico, o indivíduo deve procurar um médico (geralmente um psiquiatra).

Muitos indivíduos com o transtorno de pânico não apresentam os sintomas clássicos da depressão e podem achar que os medicamentos foram prescritos erroneamente, por isso é importante a orientação do médico ao prescrever, assim como a combinação com a psicoterapia.

Em adição, pessoas com transtorno de pânico podem precisar de tratamento para outros problemas emocionais.

A depressão geralmente está associada ao transtorno de pânico, assim como pode haver alcoolismo e uso de outras drogas.

Pesquisas sugerem que tentativas de suicídio são mais frequentes em indivíduos com transtorno de pânico, embora tais pesquisas ainda sejam bastante controversas.

Pois quem tem Transtorno de Pânico, sofre crises de medo agudo de modo recorrente e inesperado.

As causas exatas da síndrome do pânico são desconhecidas, embora a Ciência acredite que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como:

  • Genética;
  • Estresse;
  • Temperamento forte e suscetível ao estresse;
  • Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.

No entanto, pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, parece não haver nada específico capaz de desencadear o ataque.

Ao ir ao médio, com certeza, a primeira pergunta que ele vai lhe fazer é: “Você ou sua família têm histórico médico de síndrome do pânico ou de algum outro transtorno?”.

As duas principais formas de tratamento para esse transtorno, e que provavelmente são as que o médico vai lhe indicar, é por meio de psicoterapia e medicamentos.

Existem diversas formas de psicoterapia, sendo a mais estudada e que comprovadamente tem efeitos benéficos nesse transtorno a chamada de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Deixar de tratar não é uma opção, afinal estamos falando de um transtorno mental que provoca episódios repentinos e recorrentes de forte ansiedade e medo, acompanhados de uma série de reações físicas (sudorese, aceleração dos batimentos cardíacos, vertigem, tremor, boca seca, dificuldade para respirar, formigamentos, náusea, dores, etc.) e emocionais (pavor, nítida sensação de que vai morrer ou enlouquecer, medo de perder o controle, etc.).

Antigamente, o transtorno do pânico costumava ser atribuído a uma fraqueza do indivíduo que era por ele acometido, mas hoje não é mais assim e você não precisa ter medo.

Aliás, quando ocorre um ataque isolado, que não volta a se repetir ou retorna somente após um espaço muito longo de tempo (sem prejuízo na vida da pessoa) não é diagnosticado como transtorno do pânico. 

Mas caso realmente seja diagnosticado como transtorno do pânico, é altamente provável que o transtorno do pânico, se não tratado adequadamente, acabe produzindo também fobias específicas, particularmente a agorafobia.

E, a melhor hora para procurar ajuda é quando sentir que está sofrendo e/ou perceber que sua vida está sendo afetada negativamente pelo transtorno do pânico, ou seja, ao começar a esquivar-se de atividades que antes exercia, a isolar-se socialmente, a deprimir-se ou sentir-se fragilizado, muito inseguro, amedrontado, etc.

Na maioria dos casos, somente o trabalho psicoterapêutico é suficiente para livrar o paciente desse transtorno, mas tudo depende das características de cada caso e da qualidade da adesão do paciente ao tratamento.

Ataques e Transtorno de Pânico

O transtorno de pânico é incomum, afetando 2 a 3% da população em período de 12 meses.

No entanto, ataques de pânico podem ocorrer em qualquer transtorno de ansiedade, quase sempre em situações ligadas à característica central do transtorno (p. ex., uma pessoa com fobia de cobras pode entrar em pânico ao ver uma cobra). 

Muitas pessoas com transtornos de pânico antecipam e se preocupam sobre outros ataques (ansiedade antecipatória) e evitam lugares ou situações em que tiveram pânico previamente.

Muitas vezes, as pessoas com transtornos de pânico se preocupam quanto a ter um problema cardíaco, pulmonar ou cerebral perigoso e, repetidamente, visitam seu médico de família ou um departamento de emergência procurando ajuda.

Muitas pessoas com transtorno de pânico também têm sintomas de depressão maior.

O transtorno de pânico é diagnosticado depois que distúrbios físicos que podem mimetizar ansiedade são descartados e quando os sintomas preenchem os critérios estipulados.

Para algumas pessoas, sobretudo sem tratamento, o transtorno de pânico segue um curso crônico e flutuante.

Entretanto, em transtorno de longa duração que envolva ataques frequentes e comportamentos de esquiva, o tratamento provavelmente exigirá tratamento medicamentoso combinado com psicoterapia mais intensiva.

O Transtorno do Pânico é um Problema Sério?

O transtorno do pânico é considerado um problema sério de saúde, que acomete 1,5% a 3% da população mundial.

Além disso, temos de destacar a significativa presença de uma propensão genética ao transtorno, uma vez que observamos, de forma nítida, maior incidência do transtorno entre pessoas cujas famílias possuem descrições de casos semelhantes.

Há muito que o transtorno do pânico deixou de ser um diagnóstico de exclusão.

Os portadores do transtorno do pânico, em sua maioria, são pessoas jovens (entre 15 e 30 anos de idade), que se encontram na plenitude de suas vidas profissionais, o que não exclui a ocorrência em qualquer faixa etária.

O perfil da personalidade das pessoas que sofrem do transtorno do pânico costuma apresentar aspectos em comum: geralmente são pessoas extremamente produtivas em nível profissional, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidade e afazeres, são bastante exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos etc.

Esta forma de ser acaba por predispor estas pessoas a situações de estresse acentuado, fato este que pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro, desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e, consequentemente, o aparecimento do transtorno do pânico.

Outro fator importante no surgimento do transtorno do pânico é o fator hereditário (genético), uma vez que ele ocorre com maior frequência em familiares com história positiva para tal patologia.

Vale ressaltar, ainda, que alguns medicamentos como anfetaminas (usados em dietas de emagrecimento) ou drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy etc.) podem aumentar a atividade e o medo, promovendo alterações químicas que podem levar ao transtorno do pânico.

Mas existe uma variedade de tratamentos para o transtorno do pânico, sendo importante que a pessoa que sofre de transtorno do pânico entenda todas as peculiaridades que envolvem este mal e queira fazer uma boa “aliança terapêutica” com seu médico, no sentido de juntos superarem todas as adversidades que poderão surgir na busca do equilíbrio pessoal.

Os prejuízos causados pelo transtorno do pânico modificam toda a existência do paciente, trazendo problemas nos seus relacionamentos interpessoais, principalmente os de caráter afetivo e profissional.

Tendo em vista as particularidades do transtorno do pânico em seus vários aspectos (personalidade do indivíduo, abordagem do paciente, tratamento, diagnóstico precoce etc.), sugerimos que este problema deve, preferencialmente, ser tratado por um médico especializado e familiarizado com tal transtorno.

Para obtenção de informações sobre os tratamentos específicos do transtorno do pânico deve-se procurar:

  • Hospitais universitários;
  • Serviços psiquiátricos de hospitais gerais;
  • Serviços privados (clínicas, consultórios) especializados no tratamento do transtorno do pânico;
  • Associações psiquiátricas.

Qual é a Diferença Entre Transtorno do Pânico e Crise de Ansiedade?

O transtorno do pânico é uma manifestação extrema dessa tensão, acompanhada de medo intenso da morte e outros sintomas físicos importantes, como a taquicardia e dificuldades para respirar.

Já a ansiedade generalizada é outro transtorno da mesma “família”, em que a preocupação é mais constante, com picos eventuais, mas diferentes de um ataque de pânico.

Dificilmente o ataque ocorre só uma vez e é justamente a repetição que caracteriza o transtorno do pânico, novo nome para a antiga síndrome do pânico.

Sistema Floral Indígena Para Tratamento de Transtorno do Pânico

O Sistema Floral Indígena é uma técnica da terapia alternativa, considerada pela Tradição Indígena Tubakwaassu.

Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Se você está sofrendo com transtorno do pânico, considere o tratamento com o Sistema Floral Indígena.

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Tratamento de Fobias

Você sabia que fobia tem tratamento? E sabe quais tratamentos e cuidados exigem uma fobia?

O tratamento para a fobia tem como objetivo reduzir a ansiedade e o medo provocados por motivo ilógico, irracional e exagerado, ajudando no gerenciamento das reações físicas e psicológicas decorrentes deste medo.

Os medicamentos mais usados para o tratamento de fobias são:

  • Anafranil
  • Cloxazolam
  • Clomipramina
  • Olcadil

Mas somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento.

Tratamento Para as Fobias

A Psicoterapia HBM é um método de tratamento muito rápido e seguro, que usa técnicas psicológicas, validadas cientificamente, para mudar comportamentos, sentimentos, pensamentos ou hábitos que afetam a saúde mental das pessoas.

Através de um processo de tratamento cuidadosamente estruturado, a pessoa consegue entender as suas emoções, comportamentos e pensamentos, encontrando o que provoca os seus medos e fobias involuntárias e, acima de tudo, encontrar o que o torna feliz, livre de reações que o limitam e que não controla.

O grande objetivo da psicoterapia é reencontrar o equilíbrio emocional e para isso este método de tratamento ajuda o paciente a:

Identificar os eventos traumáticos que originaram os medos involuntários e ajudar quem sofre na libertação emocional dessas memórias traumáticas;

  • Criar mecanismos mentais de forma a bloquear as reações de pânico involuntárias;
  • Treinar a mente a bloquear estados de ansiedade ou de stress;
  • Encontrar estratégias para o ajudar a adaptar-se a novos desafios e a gerir a sua ansiedade;
  • Retomar o controlo da sua própria vida e da sua paz interior.

A autodescoberta é um ponto de extrema importância no processo de tratamento das fobias. Faz toda a diferença para o paciente reconhecer que as fobias são comuns e que não são características de gente doida e que até se podem tratar com alguma facilidade, sendo a base do seu tratamento a mudança dos pensamentos negativos para positivos.

O tratamento para fobias mais usual é a terapia cognitivo-comportamental, que revela uma eficácia bastante satisfatória.

A abordagem psicodinâmica, também muito utilizada neste tipo de tratamento, exerce influência ao nível da compreensão de toda a simbologia associada à doença e respectiva sintomatologia.

No tratamento para as fobias, o paciente vai aprender, ainda, a controlar a sua respiração, pois uma respiração profunda poderá auxilia-lo a acalmar-se quando começar a sentir ansiedade, favorecendo também o alívio dos seus sintomas de pânico.

No tratamento, o fóbico tem a possibilidade de recuperar a sua sanidade, a sua serenidade e, a sua vida. Mas, em muitos casos de fobias, não há uma exigência de nenhuma terapia ou tratamento.

Sendo necessário discutir o impacto que as fobias severas podem ter na vida diária e motivar as pessoas a procurarem técnicas de autonomia ou terapia ajudada para o tratamento.

As medicamentações não são, geralmente, necessárias ou recomendadas para o tratamento das fobias, porque as fobias são controladas melhor pela assistência e por aproximações comportáveis.

Porém, o Clomipramine é um tipo de antidepressivo tricíclico que pode ser usado no tratamento das fobias.

Tratamentos com Hipnose Clínica

Sofre de algum medo ou fobia? A terapia utilizando a hipnose clínica é capaz de alcançar resultados incríveis no tratamento de diversas condições emocionais – segundo a American Health Magazine.

O principal ponto para iniciar o tratamento contra medo ou fobia é entender que se trata de condições que atingem muitas pessoas e que isso não faz de você uma pessoa problemática por causa disso.

Tratamento de Fobias com Hipnose: Como Funciona?

O tratamento de fobias com hipnose ajuda o paciente a focar e descobrir em si mesmo sentimentos e memórias, o que auxilia a encontrar a verdadeira cura.

Na verdade, seja qual for a forma de tratamento, é imprescindível que ela leve a pessoa a encontrar a raiz do seu medo e aprender a lidar com ele.

Ou seja, a hipnose pode ser muito útil no tratamento de fobias, um problema, inclusive, que merece mais atenção da sociedade, já que muitas pessoas apresentam os sinais da doença, mas não buscam tratamento correto.

Sem tratamento, as fobias levam à perda de qualidade de vida e de oportunidade nas mais diversas áreas.

Quais são os Tratamentos Mais Comuns Para Fobias?

Os medicamentos são incapazes de resolver o problema sozinho. Eles apenas ajudam a controlar os sintomas enquanto o tratamento completo acontece.

Normalmente, os tratamentos mais comuns são as terapias de aconselhamento, já que o indivíduo pode levar a ter fobias por diversos traumas.

No entanto, outros métodos podem ser ainda mais eficazes, como é o caso do tratamento de fobias com hipnose.

Por que o Tratamento de Fobias com Hipnose tem Dado tão Certo?

O tratamento de fobias com hipnose se revela uma forma segura e eficaz para lidar com os mais diversos tipos de fobias.

No tratamento de fobias com hipnose, o papel do hipnoterapeuta é fundamental. Estima-se que, dependendo de cada situação, o tratamento leve de algumas semanas a alguns meses.

As Fobias Têm Cura

Ao contrário do que muita gente pensa, o tratamento de fobias não é complexo, sendo na maioria dos casos uma terapia rápida, que não proporciona desconforto ao paciente.

Sendo a terapia cognitivo comportamental, de longe, a mais indicada para o tratamento de fobias. Pois, embora algumas teorias psicanalíticas procurem buscar a raiz do problema, o intuito do paciente no momento de sofrimento é se livrar da fobia, então o tratamento deve ter foco no presente.

Já a hipnose é muito bem indicada no tratamento das fobias simples, que são aquelas em que a pessoa tem uma aversão a um objeto ou situação, como medo de insetos, sangue, altura ou viajar de avião.

A fobia exige tratamento, pois seus sintomas são crônicos e podem chegar a invalidar completamente o desempenho sócio-ocupacional do indivíduo, sendo que, muitas vezes, o tratamento das fobias envolve a programação neurolinguística até que o paciente sinta mais confiança para enfrentar seus medos de forma definitiva.

Quando a fobia ultrapassa os limites de um medo comum e começa a oferecer transtornos à vida da pessoa, é indispensável buscar ajuda e iniciar um tratamento, de forma a evitar que o problema evolua e cause consequências mais graves, como isolamento social, depressão, dependência química, alcoolismo e transtornos de ansiedade.

Lembrando que, a hipnoterapia é uma ótima opção de tratamento para as fobias.

Sistema Floral Indígena Como Tratamento de Fobias

O Sistema Floral Indígena é uma técnica da terapia alternativa, considerada pela Tradição Indígena Tubakwaassu. Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais, porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Caso você esteja procurando um tratamento para a sua fobia, você deve tentar o Sistema Floral Indígena.

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Doenças Emocionais

Várias doenças podem ser originadas por causas emocionais e elas aparecem sempre que algo não vai bem. De um simples resfriado a um câncer terminal, as doenças são manifestações do inconsciente, que precisa sinalizar questões internas mal resolvidas.

Emoções em deficiência ou excesso, resistência às mudanças e padrões limitantes de comportamento são alguns fatores que levam ao desequilíbrio emocional e desencadeiam doenças.

Principais Doenças Emocionais

A escritora americana Louise Hay é uma das maiores referências sobre doenças e suas causas emocionais. Segundo Louise, as principais causas emocionais das doenças são:

  • Alergias: aparecem naqueles que estão sempre nervosos e irritados com as atitudes das outras pessoas. Se você tem alergias, procure ser mais calmo e compreensivo com aqueles que o rodeiam;
  • Anemia: está relacionada à falta de confiança em si mesmo;
  • Doenças respiratórias: se desenvolvem em pessoas que estão sempre desesperadas, correndo e que gostam de fazer tudo ao mesmo tempo;
  • Artrite: está associada à mania de perfeição. Pessoas muito insistentes e críticas tendem a desenvolver este problema;
  • Asma: complexo de culpa;
  • Problemas na bexiga: aparecem em pessoas que ficam guardando suas dores;
  • Bulimia: ódio de si mesmo e crença de não ser bom o suficiente;
  • Câncer: associado a ressentimentos profundo;
  • Problemas na coluna: geralmente aparecem em pessoas que gostam de fazer tudo sozinhas;
  • Doenças do coração: desenvolvidas por pessoas que não vivem do amor e da felicidade;
  • Problemas dentários: os dentes estão associados à família e, em geral, pessoas que se responsabilizam por todas as decisões familiares são propensas a ter problemas nos dentes e gengivas;
  • Dores: estão associadas à culpa e ao medo de ser punido;
  • Problemas digestivos: estão relacionados à dificuldade de assumir novas ideias e experiências;
  • Doenças do fígado: são apresentados por pessoas que acumulam raiva e rancor;
  • Problemas na garganta: associados ao medo das mudanças, dificuldade de falar o que pensa e frustração;
  • Gastrite: se manifesta em pessoas que guardam os problemas apenas para si, são introvertidas e demonstram uma falsa calma e tranquilidade. São, na maioria das vezes, pessoas introvertidas e que demonstram uma falsa calma e tranquilidade;
  • Problemas no joelho: inflexibilidade, ego inflado e medo de mudanças;
  • Obesidade: insegurança;
  • Problemas nas pernas: medo de enfrentar as coisas novas do dia a dia;
  • Doenças nos pés: dificuldade em compreender a si próprio;
  • Retenção de líquidos: intuição forte e que não é respeitada;
  • Problemas nos rins: acúmulo de mágoas, tristeza e dor;
  • Tumor: feridas antigas que não foram curadas;
  • Úlcera: medo de não ser bom o suficiente;
  • Varizes: associadas à incapacidade de aceitar as condições que são impostas.

Se identificou com alguma ou algumas dessas doenças? Se sim, saiba que um dos caminhos mais eficazes para se proteger dessas e de outras doenças e preencher os vazios emocionais é o desenvolvimento da Inteligência Emocional.

10 Sintomas Físicos de Doenças Emocionais

As doenças psicossomáticas são doenças da mente que manifestam sintomas físicos, como dor de estômago, tremores ou suor, mas que têm causa psicológica.

Os principais sintomas manifestados pelo corpo, devido a doenças psicossomáticas, são:

  1. Batimentos cardíacos acelerados;
  2. Tremores;
  3. Respiração rápida;
  4. Suor frio ou excessivo;
  5. Boca seca;
  6. Enjoos;
  7. Dor no estômago;
  8. Sensação de nó e dor no peito;
  9. Dor nas costas e na cabeça;
  10. Manchas vermelhas ou roxas na pele.

Com a persistência dos sintomas, é comum surgirem doenças que podem ser causadas ou pioradas por causas emocionais, como gastrite, fibromialgia, psoríase e pressão alta.

Em alguns casos, os sintomas são tão intensos que podem simular doenças graves, como infarto, AVC ou convulsões, por exemplo, e necessitam de rápido tratamento à base de ansiolíticos, como diazepam, em pronto atendimento.

Além de medicamentos, as pessoas que apresentam sintomas e doenças psicossomáticas devem ter um acompanhamento por psicólogo e psiquiatra, para realização de sessões de psicoterapias e ajuste dos medicamentos.

Doenças Psicossomáticas Mais Comuns

Cada pessoa pode manifestar fisicamente as suas tensões emocionais em diferentes órgãos, podendo simular ou piorar muitas doenças.

Os principais exemplos são:

  • Estômago: dor e queimação no estômago, sensação de enjoo, piora de gastrites e úlceras gástricas;
  • Intestino: diarreia, prisão de ventre;
  • Garganta: sensação de nó na garganta, irritações mais fáceis constantes na garganta e amígdalas;
  • Pulmões: sensações de falta de ar e sufocamento, podendo simular doenças pulmonares ou cardíacas;
  • Músculos e articulações: tensão, contraturas e dores musculares;
  • Coração e circulação: sensação de dores no peito, que pode, até, ser confundida com infarto, além de palpitações, surgimento ou piora da pressão alta;
  • Rins e bexiga: sensação de dor ou dificuldade para urinar, que pode imitar doenças urológicas;
  • Pele: coceira, ardência ou formigamentos;
  • Região íntima: piora da impotência e diminuição do desejo sexual, dificuldade para engravidar e alterações do ciclo menstrual;
  • Sistema nervoso: crises de dor de cabeça, enxaqueca, alterações da visão, do equilíbrio, da sensibilidade (dormências, formigamentos) e da motricidade, podendo simular doenças neurológicas.

Além disso, existem doenças que podem ser desencadeadas ou pioradas por situações de estresse, principalmente doenças inflamatórias, como artrite reumatoide, ou doenças como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável, por exemplo.

O diagnóstico de uma doença psicossomática deve ser feito por um psiquiatra, mas um clínico geral ou outro especialista pode apontar esta possibilidade, porque exclui a presença de outras doenças através do exame físico e de laboratório.

Para confirmar este transtorno, o médico irá identificar na sua avaliação a existência de pelo menos 4 sintomas, sendo que os mais comuns são os gastrointestinais, os que imitam doenças neurológicas ou que afeta a região íntima.

Não procurar tratamento para estas situações, por dificuldade em buscar ajuda ou por achar que é uma situação normal, pode agravar os sintomas ou causar doenças físicas.

O tratamento para estas doenças pode envolver o uso de medicamentos, como analgésicos, anti-inflamatórios e anti-histamínicos, para aliviar seus sintomas, no entanto, é importante o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra, para aprender a controlar as emoções, e tratar a verdadeira causa do problema.

Sentimentos Geram Doenças? As Causas Emocionais das Doenças e Como Evitá-las

Nos dias de hoje, muitas pessoas ainda têm dificuldade em aceitar que existe relação entre sentimentos e doenças. Mas na contramão da aceitação estão as evidências, e a ligação entre sentimentos e doenças faz cada vez mais sentido.

O que acontece é que, após uma frustração, a pessoa se cala, ela se “alimenta” desse sentimento ruim e assim as doenças se manifestam.

Abaixo uma lista de doenças e o sentimento que pode causá-la. Positividade e boas vibrações podem mudar sua frequência, por isso, para cada doença mencionada, teremos uma afirmação positiva.

Caso se identifique com alguma doença ou sintoma faça a afirmação sempre que achar necessário.

Alcoolismo – Sentimentos de futilidade, inadequação, culpa e auto-rejeição.
Afirmação positiva – “Eu relaxo e liberto o passado. Eu tenho valor, amo-me e aceito-me tal como sou agora.”

Alergias – A quem você é alérgico? Falso ego e sensibilidade.
Afirmações positivas – “Eu estou em Paz. O mundo é seguro e amigo.”

Amigdalite – Emoções reprimidas e medo; raiva reprimida.
Afirmação positiva – “Nada impede o bom em mim. Eu permito a liberdade de expressão, das idéias divinas, que fluem e ganham significado em mim.”

Anemia – Falta de prazer; desinteresse da vida (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva – “Meu mundo é cheio de alegria e estou interessado em tudo.”

Apendicite – Medo da vida; bloqueio do fluxo das sensações.
Afirmação positiva – “Alegria; eu relaxo e deixo minhas sensações fluírem.”

Artrite – Amargura, ressentimento, crítica, sentimentos de desamor.
Afirmação positiva – “Amor e perdão. Eu deixo os outros serem eles mesmo. Eu sou livre.”

Asma – Super sensibilidade; amor sufocado; supressão do choro, sentimentos sufocados.
Afirmação positiva – “Eu sou livre. Eu me encarrego da minha própria vida. Eu posso expressar meus sentimentos como eles são.”

Bexiga (problemas) – Ansiedade; resistência contra novas idéias.
Afirmação positiva – “Eu abandono o passado, despreocupo me do futuro. Eu aceito o que é novo, agora.”

Boca (problemas) – Incapacidade de engolir idéias; fixação de opiniões e mente fechada.
Afirmação positiva – “Eu dou boas-vindas a idéias e conceitos novos.”

Bronquite – Ambiente familiar inflamado.
Afirmação positiva – “Paz. Ninguém consegue irritar-me.”

Câimbras – Tensão; segurar-se; oprimir-se.
Afirmação positiva – “Eu relaxo e deixo a vida fluir.”

Câncer – Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
Afirmação positiva – “Eu deixo o passado ser apenas passado. Eu aceito que o prazer e a alegria sejam as bases da minha vida.”

Ciática – Medo do dinheiro e do futuro.
Afirmação positiva – “Eu me movimento no melhor de tudo. Meu bem está em todo lugar e eu estou seguro.”

Coceira – Desejos insatisfeitos, remorso; punição e culpa.
Afirmação positiva – “Tudo que eu precisar estará sempre aqui. Eu aceito tudo de bom sem sentimentos culposos.”

Coração – Problemas emocionais sérios longamente suportados; falta do prazer, rejeição da vida. Crença nas pressões e no esforço.
Afirmação positiva – “Alegria, alegria, alegria, amor e paz. Eu prazerosamente aceito tudo na vida.”

Desmaios – Medo; não poder conviver ou enfrentar; apagar-se de tudo.
Afirmação positiva – “Eu tenho poder, força e conhecimento para lidar com tudo na vida.”

Diabetes – Profundo sentimento de mágoa, dependência afetiva, buscam incessantemente atenção, afeto e amor.
Afirmação positiva – “Eu amo-me e aceito-me…todos me amam e me apoiam. Eu deixo o passado ser apenas passado. Eu aceito que o prazer e a alegria sejam as bases da minha vida.”

Dor de Cabeça – Tensão, revolta, contrariedades emocionais. Sentimentos feridos.
Afirmação positiva – “Paz, amor, alegria, relaxamento. No meu mundo tudo está bem.”

Dor de ouvidos – Raiva; não querer ouvir (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva – “Eu ouço com amor e prazer. Sempre escuto o bom de tudo.”

Edema – Super sensibilidade, individualidade machucada. Personalidade ferida.
Afirmação positiva – “Eu sou seguro, ninguém ameaça minha individualidade.”

Enxaqueca – Resistência ao fluir da vida; medos sexuais. Desperdícios emocionais.
Afirmação positiva – “Eu descanso no fluxo da vida. Deixo-a fluir através de mim.”

Estomago (problemas) – Incapacidade de assimilar idéias. Medo de novas idéias.
Afirmação positiva – “Eu assimilo novas idéias facilmente. A vida concorda comigo.”

Excesso de peso – Insegurança; auto-rejeição; procura de amor. Medo de perda, sufocar sentimentos.
Afirmação positiva – “Eu aceito-me e amo-me tal como eu sou. Eu sou sempre seguro no caminho espiritual.”

Fadiga – Resistência, aborrecimento; falta de amor pelo que faz.
Afirmação positiva – “Estou entusiasmado com a vida. Cheio de Energia.”

Gagueira – Insegurança; falta de auto-expressão (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva – “Eu permito-me falar por mim e comunico-me com amor.”

Garganta – Repressão de raiva; ferimentos emocionais engolidos.
Afirmação positiva – “Eu expresso-me com alegria e ninguém me pode magoar.”

Gastrite – Reter idéias indigestas; sufocar o ar por medo.
Afirmação positiva – “Eu deixo a vida fluir através de mim.”

Glaucoma – Pressão emocional por sustentar por longo tempo sentimentos feridos.
Afirmação positiva – “Ninguém pode jamais me ferir. Eu vejo com amor e ternura.”

Gripe – Respostas a negatividade e crença geral; medo, crença em estatísticas.
Afirmações positivas – “Eu não sou governado pelas crenças de grupos ou preconceitos. Eu sou livre de todas influências.”

Hemorróidas – Carga, pressão, tensão, medo de deixar acontecer.
Afirmação positiva – “Eu descanso todo o peso e as cargas. Eu vivo na alegria do presente.”

Hemorragias – Perda da alegria, o sangue é o fluxo da vida e representa a alegria, que gera felicidade. Pode viver contrariado e não sentir alegria pelas coisas que faz, não fazer o que verdadeiramente ama na vida.
Afirmação positiva – “Eu confio em mim e na vida. Permito-me buscar e encontrar dentro de mim o caminho da minha verdade para ser feliz.”

Hérnia – Carga, resistência mental, autopunição; raiva; expressões criativas incorretas.
Afirmação positiva – “Minha vida é calma e harmoniosa. Eu me amo com ternura.”

Herpes – Prolongada suspensão nervosa (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva – “Descanso agora tranquilamente de todos os meus pensamentos e de todas atividades que exercem pressão sobre mim. A paz está em mim.”

Impotência – Pressão sexual, tensão, culpa; crenças sociais; rancor contra um antigo parceiro.
Afirmação positiva – “Eu permito que todo poder dos meus princípios sexuais opere com facilidade e prazer.”

Inchaços – Auto-rejeição, medo, falta de amor.
Afirmação positiva – “Eu só adiciono amor em mim. Nada terá mais poder em mim.”

Indigestão – Medo, ansiedade, pavor.
Afirmação positiva – “Eu recebo o novo e assimilo.”

Infecções – Irritação, raiva, chateação.
Afirmação positiva – “Nada tem o poder de irritar-me. Eu sou pacífico e harmonioso.”

Insonia – Tensão, culpa, medo.
Afirmação positiva – “Eu descanso do dia e mergulho num sono perfeito, pacífico.”

Laringite – Medo de verbalizar opiniões; raiva. Ressentimento da autoridade.
Afirmação positiva – “Eu posso falar por mim. Eu me expresso livremente.”

Menopausa (problemas) – Medo de não ser mais querido, auto-rejeição. Modo de envelhecimento.
Afirmação positiva – “Eu sou equilibrado em todos os ciclos da mudança, abençoo meu corpo com amor.”

Olhos (problemas) – Não gostar do que vê em sua vida. Medo do futuro; não ver a verdade.
Afirmações positivas – “Eu vejo com olhos amorosos, eu vejo, a verdade, eu vejo claramente.”

Ombros – Suportar carga, excesso de carga.
Afirmação positiva – “A vida é alegria e liberdade; tudo o que aceito é bom.”

Ossos (problemas) – Revolta contra a autoridade (os ossos são a estrutura do universo).
Afirmação positiva – “Eu estou em paz com a autoridade. Em meu mundo, sou minha própria autoridade.”

Pele (problemas) – Sentir-se ameaçado na individualidade; falta de segurança, impaciência; assadura; maneira de ganhar atenção.
Afirmações positivas – “Eu aceito minha individualidade. Eu sou emocionalmente seguro. Eu ganho atenção de maneira positiva.”

Pernas (problemas) – Medo do futuro (as pernas carregam você para frente).
Afirmação positiva – “Eu me movo com confiança e alegria.”

Pés (problemas) – Medo do futuro
Afirmações positivas – “Eu paro na verdade. Vou adiante com prazer. Tenho compreensão espiritual.”

Pescoço (problemas) – Inflexibilidade, recusa em ver outros lados da questão; teimosia.
Afirmação positiva – “Eu sou flexível. Aceito outros pontos de vista.”

Pneumonia – Desespero; cansaço da vida, preocupações emocionais; distúrbios internos.
Afirmação positiva – “Eu recebo livremente ideias divinas, impregnadas com o hálito da vida.”

Pressão sanguínea – ALTA: manter por longo tempo problemas insolúveis; BAIXA: depressão, mágoa, derrotismo, raiva.
Afirmação Positiva – “ALTA: eu sou alegria e deixo o passado dissolver-se. BAIXA: eu vivo com mais alegria agora; a vida é alegria.”

Prisão de ventre (intestinos) – Recusa de relaxar sobre velhas idéias; mesquinhez.
Afirmação positiva – “Eu relaxo o passado, generosamente permito que a vida flua através de mim.”

Próstata (problemas) – Desistência, derrotismo sensualidade excessiva com sentimento de culpa; crença na velhice
Afirmação positiva – “Eu aceito minha masculinidade; eu sou eternamente poderoso. Sexo é prazer.”

Pulmões – Medo de receber e dar-se à vida.
Afirmação positiva – “A respiração flui através de mim.”

Quadris (problemas) – Medo de ir avante em decisões importantes.
Afirmação positiva – “Sigo com alegria, amparado e sustentado pelo poder da vida.”

Resfriados – Confusão, desordem, pequenos machucados; família e crenças estereotipadas.
Afirmação positiva – “Eu sou livre-pensador; estou em paz com minha mente.”

Reumatismo – Falta de amor; ressentimento; amargura crônica; vingança.
Afirmação positiva – “Eu tenho compaixão com os outros e comigo. Eu aceito sentimentos prazerosamente.”

Rins (problemas) – Crítica, sensibilidade, desapontamento.
Afirmações positivas – “Eu vejo somente o bom em tudo. Ações corretas sendo tomadas. Eu estou realizado.”

Roer unhas – Separação dos pais (emocional), pedaço de si que se recalca, revolta.
Afirmação positiva – “Eu sou especial, criativo e permito-me paz interior. Sou seguro em minha maturidade emocional.”

Sangue (problemas) – Falta de alegria; faltas de circulação das idéias; pensamentos estagnados.
Afirmação positiva – “Alegria. Com alegria as novas idéias circulam livremente.”

Sinusite – Presença de pessoas que o irritam.
Afirmação positiva – “Ninguém tem o poder de me irritar a menos que eu permita. Paz e harmonia.”

Tórax – Super dimensão de atitudes e propósitos na vida. Super proteção.
Afirmação positiva – “Eu sou livre e permito liberdade a todos.”

Tosse – Nervosismo, amolação, crítica.
Afirmação positiva – “Eu expresso-me pacificamente e falo com amor.”

Tumor – Crescimento falso; ferimentos e choques emocionais.
Afirmação positiva – “Descanso e perdão. O amor dissolve ferimentos.”

Tumor no cérebro – Crenças incorretas computadas; teimosia; recusa em mudar os velhos padrões.
Afirmação positiva – “Tudo na vida é mudança. Meus padrões são sempre novos.”

Úlceras – Algo se corrói em você; ansiedade, medo, tensão. Crença em pressões.
Afirmação positiva – “Nada pode irritar-me; sou pacífico, calmo e feliz.”

Varizes – Negatividade, resistência; remoer emoções; sustentar um trabalho que você odeia; circulação entravada, atulhada de idéias; desencorajamento.
Afirmação positiva – “Eu me movimento e vivo com prazer. Eu amo a vida e circulo livremente.”

Verruga – Acumulo de momentos de ódio, viver desconfiado e sempre atento para com as coisas ruins do ambiente.
Afirmação positiva – “Eu aceito e me liberto de todos os pensamentos e sentimentos negativos, eu confio em mim e na vida, todos me respeitam e me compreendem.”

Vesícula (pedras na) – Amargura; pensamentos dolorosos que você não encontra meios de evitar.
Afirmação positiva – “Alegre deixo o passado ir. A vida é boa. Eu sou bom.”

Você Sabe Como Surgem as Doenças Emocionais?

É através das emoções que determinadas situações – como acidentes ou episódios de difícil superação – ficam marcadas na mente como traumas, que podem se transformar em doenças psíquicas.

Elas são alterações de comportamento – e na forma como os pacientes se sentem em relação a si e aos outros – que ocorrem como resultado de sua história de vida e da forma como encararam cada circunstância e também podem explicar como surgem as doenças emocionais.

Doenças emocionais são caracterizadas pelo ‘exagero’ de certos sentimentos. E, seja pelo fato de muitos acreditarem que esse tipo de patologia é apenas “frescura” ou até mesmo por falta de conhecimento sobre o assunto, quem sofre de alguma das doenças emocionais – como depressão, síndrome do pânico e transtorno obsessivo compulsivo (TOC) – está sujeito à incompreensão alheia.

Entenda como surgem as doenças emocionais e como elas podem influenciar sua saúde física: “Já existem diversas pesquisas que comprovam que o cérebro está diretamente ligado ao sistema imunológico e ao bom – ou mau – funcionamento do organismo, e como emoções negativas não reconhecidas e assimiladas podem impactar na qualidade de vida e até na saúde de um indivíduo”, alerta a especialista em inteligência emocional Semadar Marques.

Por isso, tentar lidar com situações difíceis ou desafios de forma positiva ou procurar uma ajuda especializada colabora para que complicações do cotidiano não se tornem doenças.

Tratamento Para Sintomas e Causas de Doenças Emocionais

O Sistema Floral Indígena é uma técnica da terapia alternativa, considerada pela Tradição Indígena Tubakwaassu.

Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais, porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Se você está sofrendo de alguma doença emocional, você pode se tratar com o Sistema Floral Indígena.

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Doenças Físicas

Existem basicamente três tipos de doenças ou perturbações: as doenças físicas com origem orgânica (por infecção, trauma, acidente, intoxicação, etc.), as doenças do foro psíquico (por exemplo, devido a vivências traumáticas, choques emocionais, formas erradas ou disfuncionais de pensar que geram sofrimento ao próprio e/ou a terceiros), e as doenças espirituais (que não têm uma causa direta física ou psicológica).

Curiosidade: Se considerarmos as modernas classificações psiquiátricas das doenças, todos os profetas da Bíblia eram esquizofrênicos!

As Doenças da Alma que Levam a Doenças Físicas

As doenças, dores, feridas e mal-estar são sinais de que alguma coisa em seu interior já se encontra em desequilíbrio e agora utiliza a manifestação corporal como forma de demonstrar que algo não está bem.

Mas como será que as doenças da alma se manifestam no corpo? Quais as doenças mais associadas aos desequilíbrios interiores do ser humano?

Doenças da Alma, Sintomas do Corpo

Estar com a alma adoecida faz com seu cérebro trabalhe de maneira inadequada, produzindo substâncias que causam e reforçam as dores e as doenças físicas.

A depressão, por exemplo, é o somatório de várias doenças da alma que são adquiridas por traumas, decepções e a repressão dos sentimentos causados por essas situações.

Entender as reais causas das doenças e das dores, perceber de onde elas surgem e se posicionar de maneira positiva diante delas é uma ótima forma de aliviar dores e doenças.

Além disso, é preciso perceber e trabalhar as suas emoções, não apenas ignorar os traumas, as causas das doenças da alma e do corpo, e sim trazê-las para o consciente, buscar aprendizado e ser mais saudável.

Todos os seres humanos têm em seu interior a capacidade de se curar, de transformar a sua realidade e trabalhar a neuroplasticidade para produzir sinapses capazes de aliviar dores e melhorar doenças.

Você é um ser completo, formado de corpo, alma e mente, e que, portanto, precisa ser cuidado de maneira indissociável, levando em conta as doenças da alma que sintomatizam no seu organismo.

Comece a cuidar das doenças da alma e tenha a completa certeza de que seu corpo e sua mente irá refletir saúde e felicidade!

Doenças Físicas: Como o Ser Humano Lida com as Doenças

Sabemos que as doenças físicas são resultantes de uma disfunção orgânica, mas podem também ser consequência de um estado energético/espiritual prolongado ou não curado.

Por exemplo, as doenças auto imunes surgem quando o tipo de energia que a pessoa está a viver, está tão diferente da energia da sua verdadeira essência, que o seu próprio sistema imunológico reage contra a energia que a pessoa está a produzir, porque sente-a como uma agressão.

ORAÇÃO DA CURA PARA DOENÇAS FÍSICAS E ESPIRITUAIS

Não são poucos os casos de pessoas desacreditadas pela medicina que viram suas doenças regredirem ou desaparecerem pela força da fé.

A oração abaixo é destinada aos males que não podemos ver, mas que também necessitam de cura. Cura do ódio, da inveja, das más energias, das más influências, da vingança e de outros males que nos cercam e nos enfraquecem.

Livre-se disso com esta oração, retirada do livro Pensamentos de Luz:

“Senhor afasta-me
Do egoísmo, da inveja, do orgulho, da vaidade,
Da avareza, da calúnia, do ódio, da falsidade,
da maledicência, da vingança, da violência
E de todas as más energias, influências, interferências.
E de todos os maus pensamentos, princípios,sentimentos.
E de todas as dores, aflições e sofrimentos,
Do meu corpo, de minha mente e de minha alma.
Divino Mestre,
Ilumina-me com as virtudes da Cura:
A fé, que move montanhas,
A esperança, que nos renasce,
A paciência, amiga da perfeição,
A caridade, para com os carentes,
A humildade, que nos exalta o espírito,
A sabedoria, para se saber discenir,
A lealdade e a nobreza de caráter,
A harmonia interior e universal,
A paz, o bálsamo para a alma,
O perdão a si e ao próximo,
O amor que nos constrói, sublima
E cura todos os nossos males e doenças.”

Por que fazer a oração acima?

A saúde espiritual é tão importante quanto a saúde física e, muitas vezes, não ter paz de espírito pode trazer doenças ainda mais sérias do que doenças físicas.

Doenças Mentais vs Doenças Físicas

Não é raro ouvir-se falar de “doenças da cabeça” ou da diferença entre ter uma “doença física” ou uma “doença mental”, no entanto esta divisão entre mente e corpo é puramente artificial e a manutenção desta visão deriva provavelmente do facto de o sistema nervoso central, o cérebro e as suas ligações, serem ainda, em grande parte, território inexplorado.

Com muita frequência, “doenças mentais” provocam sintomas físicos. Veja-se o exemplo da depressão, em que são por demais comuns sintomas de dor, náuseas, cefaleias, etc.

Ou que determinadas doenças ocorrem com maior frequência em pacientes com historial de depressão ou ansiedade (por exemplo), mas também vice-versa (doentes com determinadas “doenças físicas” tem maior prevalência de “doenças mentais”), como, por exemplo, as doenças cardiovasculares, as doenças autoimunes, a diabetes, entre muitos outros exemplos possíveis.

E, de facto, a depressão continua a ser uma das doenças com maior magnitude e peso a nível global, sendo uma das principais causas de incapacidade a nível mundial, derivada, muitas vezes, de pressão e manipulação social.

Ao longo das décadas, tem-se verificado de forma consistente que uma grande variedade de doenças físicas, substâncias tóxicas, drogas ou medicamentos, estão relacionados com a indução de episódios depressivos (com efeito muito para além do que seria esperado em virtude apenas das alterações psicossociais a eles associadas).

Tal como na depressão, a maioria das “doenças da cabeça” são também doenças “físicas”, sendo muito importante tratar a pessoa como “um todo”.

Transtornos Mentais e Doenças Físicas Costumam Andar Juntas

Certas doenças tendem a ocorrer com mais frequência em crianças e adolescentes com transtornos mentais prévios. Pesquisadores descobriram que, nessa faixa etária, é comum que artrite e doenças do aparelho digestivo apareçam após a depressão, enquanto transtornos de ansiedade tendem a ser seguidos por doenças da pele.

Conhecer as doenças que mais costumam andar de mãos dadas pode abrir caminho para abordagens de prevenção e tratamento mais eficazes no futuro.

Doenças Físicas Crônicas Podem Desencadear Depressão

Muitas vezes, doenças aparentemente sem qualquer relação com o problema podem ser o gatilho de um transtorno mental que afeta 350 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os resultados de pesquisas epidemiológicas sugerem que a depressão é uma comorbidade das doenças crônicas. No caso da associação com outras doenças, as causas também são múltiplas.

De acordo com Calum D. Moulton, pesquisador do departamento de medicina psicológica do King’s College London, há um corpo crescente de evidências de que diabetes 2 e depressão compartilham origens biológicas.

Isso, em parte, pode explicar a comorbidade. Ele explica que ambas condições podem ter origem na hiperativação da imunidade inata, isto é, um excesso de atividade do sistema de defesa do organismo.

Em consequência, ocorre uma inflamação que, por sua vez, desregula a comunicação entre importantes produtores de hormônios.

“Esses padrões podem levar à resistência à insulina, a doenças cardiovasculares, à depressão e a um risco aumentado de diabetes 2.

A depressão pode ser uma resposta às inflamações das citocinas (moléculas do sistema imunológico) no cérebro”, afirma Moulton.

Para ele, a compreensão das bases fisiológicas da diabetes e da depressão vai ajudar a prevenir o desenvolvimento das duas doenças em pessoas com sistema imune hiperativo.

Sistema Floral Indígena Como Tratamento Para Sintomas e Causas de Doenças Físicas

O Sistema Floral Indígena é uma técnica da terapia alternativa, considerada pela Tradição indígena Tubakwaassu, que utiliza florais.

Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais, porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Se você sofre de doenças físicas, doenças da alma ou doenças mentais, considere um tratamento com o Sistema Floral Indígena.

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Doenças Energéticas

Você sabia que as doenças tem causas energéticas?

Quando um chacra está debilitado, não gera energia suficiente para estimular a glândula a exercer sua função, o que é imprescindível, assim ocorre uma carência nas suas secreções vitais em determinadas regiões do corpo físico.

Essas deficiências, em sua grande maioria, são manifestadas na forma de doenças, o que leva o indivíduo, muitas vezes, à necessidade de supri-las com medicamentos farmacológicos (alopáticos).

Por outro lado, se há vitalidade no fluxo energético dos chacras, que são a ponte entre o universo e o corpo físico, não há reflexo negativo no corpo, tampouco há o aparecimento de doenças.

As glândulas atuam como pequenas indústrias essenciais no organismo e o combustível para o pleno funcionamento é a energia vital refletida pelo chacra.

Como espelhos refletores de energia, os chacras perdem seu poder de refleti-la quando os bloqueios são formados. Então essas indústrias essenciais não são estimuladas a trabalhar e o organismo sofre com isso, tornando-se pré-disposto a contrair doenças.

Quando o bloqueio energético existente permanece por muitos anos seguidos, o “espelho se quebra” e a luz que reflete a energia vital cessa totalmente.

Nesses casos, doenças graves são contraídas, como as crônicas: câncer, diabetes, entre outras.

Um Exemplo Real de Doença Energética

Uma pessoa vive em conflito com seu cônjuge, não consegue se harmonizar. O nível dos relacionamentos está ligado à função do segundo centro de energia, na região sacral.

Esse conflito emocional provoca no segundo chacra um distúrbio energético que vai desequilibrar as glândulas gônadas e todos os órgãos próximos ao ponto em questão.

Nesse momento, o conflito, que era apenas no campo das emoções (considerado equivocadamente pela medicina convencional como intangível), começa a se manifestar na fisiologia humana, gerando consequentes dores, que mais tarde podem materializar doenças, como cisto no ovário, por exemplo.

Doenças Físicas x Doenças Energéticas

Sabemos que as doenças físicas são resultantes de uma disfunção orgânica, mas podem também ser consequência de um estado energético/espiritual prolongado ou não curado.

Por exemplo, as doenças auto imunes surgem quando o tipo de energia que a pessoa está a viver, está tão diferente da energia da sua verdadeira essência, que o seu próprio sistema imunológico reage contra a energia que a pessoa está a produzir, porque sente-a como uma agressão.

Disfunções Energéticas – Reiki – Chackra: Coroa

  • Órgãos: Qualquer sistema do organismo.
  • Mental/Emocional: Ter um sentido bem definido da vida em oposição a assumir que o sentido da vida pode não ser aparente. Estabelecer ou não um elo com a divindade ou a espiritualidade. Compreender e aceitar o paradoxo de que cada um tem a capacidade de influenciar a sua própria vida e que os acontecimentos ocorrem quando e como devem, se bem que não seja possível orientar alguns deles, ou assumir o contrário.
  • Físico: Paralisia cerebral, doenças genéticas, esclerose, anomalias em vários sistemas, uma doença qualquer implicando perigo de morte, ou um acidente que possa servir de alerta.

Disfunções Energéticas – Reiki – Chackra: Plexo solar

  • Órgãos: Abdômen, intestino grosso, fígado, vesícula biliar, trato inferior do esófago, estômago, rins, pâncreas, glândulas supra-renais, baço, coluna dorsal.
  • Mental/Emocional: Auto-estima, autoconfiança, auto-respeito, adequação em contraponto à inferioridade capacidades no mundo exterior, responsabilidade contra irresponsabilidade, abuso de drogas, agressividade contra estar na defensiva, competitividade em contraponto a falta de competitividade vencer contra perder, territorialidade, demasiadas fronteiras, medo de assumir responsabilidades e tomar decisões por si próprio, sentimento excessivo de responsabilidade.
  • Físico: Úlceras gástricas ou duodenais, doenças do cólon e intestinais, colite ulcerosa, doença inflamatória intestinal, azia, gastrite, pancreatite, diabetes, obstipação, diarreia, indigestão crônica ou aguda, anorexia, bulimia, doenças hepáticas, hepatite, doenças renais.

Disfunções Energéticas – Reiki – Chackra: Raiz

  • Órgãos: Apoio do corpo físico, sistema imunológico, articulações da anca, coluna vertebral, sangue.
  • Mental/Emocional: Segurança, confiança no mundo, saber quando confiar e desconfiar, saber quando ou não sente medo, equilíbrio entre dependência e independência.
  • Físico: Problemas crônicos na coluna vertebral, dores nas costas, ciática, esclerose, tumores no recto cancro, fadiga crônica, fibromialgia, doenças auto-imunes, artrite, problemas da pele.

Doenças Energéticas x Doenças Infantis

Doenças infantis afetando a pele, como sarampo, catapora, rubéola, caxumba, anunciam uma nova fase de desenvolvimento na vida da criança. Algo desconhecido pra criança e que não pode ser lidado sem conflitos se torna visível na superfície da pele.

Os Chakras e as Doenças

No Chakra Básico, tratam-se as doenças do sangue, fígado, bexiga, inflamações e qualquer espécie de hemorragia, como também qualquer anomalia dos órgãos relacionados.

No Chakra Esplênico, tratam-se as doenças da bexiga, a menstruação, as cólicas, colite, febre, diarreia, anemia, diabete, câncer, etc.

Tratam-se, através do Chakra Solar, doenças dos ossos, paralisia, gota, dores de cabeça, etc. No Chakra Laríngeo, tratam-se os desequilíbrio em torno da voz, gagueira, vertigens, fadiga, asma, doenças metabólicas, obesidade, etc.

Como Surgem as Doenças?

O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos, portanto, possuímos energias que nos causam doenças porque somos indisciplinados mentalmente e emocionalmente.

Podemos classificar as doenças em três tipos: físicas, espirituais e atraídas ou simbióticas. As doenças físicas são distúrbios provocados por algum acidente, excesso de esforço ou exagero alimentar, entre outros, que fazem um ou mais órgãos não funcionarem como deveriam, criando uma indisposição orgânica.

As doenças espirituais são aquelas provenientes de nossas vibrações. O acúmulo de energias nocivas em nosso perispírito gera a auto-intoxicação fluídica.

Quando estas energias descem para o organismo físico, criam um campo energético propício para a instalação de doenças que afetam todos os órgãos vitais, como coração, fígado, pulmões, estômago etc., arrastando um corolário de sofrimentos.

As energias nocivas que provocam as doenças espirituais podem ser oriundas de reencarnações anteriores, que se mantém no perispírito enfermo enquanto não são drenadas.

Já as doenças atraídas ou simbióticas são aquelas que chegam por meio de uma sintonia com fluidos negativos.

O Surgimento das Doenças

Em seus tratados didáticos, a medicina explica que, no organismo do ser humano, desde seu nascimento físico, existem micróbios, bacilos, vírus e bactérias capazes de produzirem várias doenças humanas.

Graças à quantidade ínfima de cada tipo de vida microscópica existente, eles não causam incômodos, doenças ou afecções mórbidas, pois ficam impedidos de terem uma proliferação além da “cota mínima” que o corpo humano pode suportar sem adoecer.

No entanto, quando esses germes ultrapassam o limite de segurança biológica fixado pela sabedoria da natureza, motivados pela presença de energias nocivas no corpo físico, eles se proliferam e destroem os tecidos de seu próprio “hospedeiro”.

Partindo das estruturas energéticas do perispírito na direção do corpo, em ondas sucessivas, essas radiações nocivas criam áreas específicas nas quais podem se instalar ou se desenvolver as vidas microscópicas encarregadas de produzir os fenômenos compatíveis com os quadros das necessidades morais para o indivíduo.

Elas se alimentam destas energias nocivas que chegam ao físico, conseguindo se multiplicar mais rapidamente e, em conseqüência, causando as doenças.

Devemos Combater as Doenças Físicas

Quando as doenças estão presentes no corpo físico, devemos combatê-las, buscar alívio. Muitas vezes, estas doenças exigem tratamentos prolongados, outras vezes necessitamos até de cirurgia, mas tudo faz parte da “Lei de Causa e Efeito”, que tenta despertar para uma reforma moral através deste processo doloroso.

Qualquer medida profilática em relação às doenças tem que se iniciar na conduta mental, exteriorizando-se na ação moral que reflete o velho conceito latino: mens sana in corpore sano.

Ou seja, a causa das doenças está na própria leviandade no trato com a vida.

Tratamento Para Sintomas e Causas de Doenças Energéticas

O Sistema Floral Indígena é uma técnica de terapia alternativa da Tradição Indígena Tubakwaassu que considera os florais como “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

Os florais do Sistema Floral Indígena são considerados alimentos vibracionais porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Clique aqui e descubra como tratar sintomas e causas de doenças energéticas com o Sistema Floral Indígena!

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Doenças Espirituais

As doenças espirituais são causadas pelos pecados capitais. Dessa forma, a cura para as doenças espirituais é obra do Espírito Santo.

Muitas vezes, nossa alma está contaminada por doenças espirituais que, aos poucos, roubam-nos a paz e nos desequilibram espiritualmente, afastando-nos do caminho da santidade e conduzindo-nos ao pecado.

Diante de tal realidade, é preciso diagnosticar quais doenças espirituais estão deixando nossa alma enferma. Contudo, para que o medicamento correto faça o efeito desejado, é preciso nomear essas doenças.

E quais são as doenças espirituais? As doenças espirituais são os sete pecados capitais, os quais, quando não diagnosticados, causam um terrível mal ao coração do ser humano.

A cura das doenças espirituais é um processo de mudança interior, que acontece com a ajuda do Espírito Santo, o médico das almas.

Costumeiramente, as doenças espirituais surgem em momentos específicos da existência, quando a pessoa passa por problemas ou provações marcantes: perdas afetivas ou materiais; doenças físicas; insucesso profissional, separação conjugal, etc.

As doenças espirituais de média gravidade podem prolongar-se por anos a fio, mantendo-se dentro de um mesmo padrão ou evoluindo para algo mais sério.

Na doutrina espírita, doenças espirituais são as doenças que têm origem e solução no próprio indivíduo. Facure costuma classificar as doenças espirituais da seguinte forma:

  • Doenças espirituais auto-induzidas, tais como o desequilíbrio vibratório e a auto-obsessão;
  • Doenças espirituais compartilhadas, tais como o vampirismo e a obsessão;
  • Doenças cármicas, que são aquelas em conseqüência de atos viciosos desta vida ou de vidas passadas.

Doenças Espirituais Auto-Induzidas – Desequilíbrios Vibratórios

As manifestações físicas são conhecidas por doenças psicossomáticas. As doenças psicossomáticas podem se manifestar nos diversos sistemas orgânicos de nosso corpo.

Por exemplo, doenças gastrointestinais podem advir de “descargas” espirituais. O organismo perispiritual repleto de energias negativas decorrentes da raiva e do ódio acaba por desviar esta mesma energia negativa para o estomago criando ambiente propicio para o surgimento de úlceras, gastrites e outras doenças do sistema digestivo.

Doenças Espirituais Compartilhadas – Espíritos Obsessores – Vampirismo

As doenças espirituais compartilhadas ocorreriam em razão da atuação de espíritos obsessores que se ligam ao doente e os fazem sofrer.

Como o Ser Humano Lida com as Doenças

Sabemos que as doenças físicas são resultantes de uma disfunção orgânica, mas podem também ser consequência de um estado energético/espiritual prolongado ou não curado.

Por exemplo, as doenças auto imunes surgem quando o tipo de energia que a pessoa está vivendo é tão diferente da energia da sua verdadeira essência que o seu próprio sistema imunológico reage contra a energia que a pessoa está produzindo, porque sente-a como uma agressão.

Os Três Tipos de Doenças

Existem, basicamente, três tipos de doenças ou perturbações: as doenças físicas com origem orgânica (por infecção, trauma, acidente, intoxicação, etc.), as doenças do foro psíquico (por exemplo, devido a vivências traumáticas, choques emocionais, formas erradas ou disfuncionais de pensar que geram sofrimento ao próprio e/ou a terceiros), e as doenças espirituais (que não têm uma causa direta física ou psicológica).

Curiosidade: Se considerarmos as modernas classificações psiquiátricas das doenças, todos os profetas da Bíblia eram esquizofrênicos!

As Doenças e os Xamãs

Xamãs são curandeiros de consciência superior, que enxergam a realidade de forma mais ampla, e que, por isso, têm a habilidade de ver o que causa as doenças físicas que uma pessoa sofre e também a capacidade de cura.

Algumas doenças provêm do aspecto físico da realidade, mas os xamãs acreditam que a maioria das doenças dos humanos vêm do interior.

Por isso, se os medicamentos não funcionarem, pode ser o momento de procurar entender o outro lado das doenças.

As 9 Doenças de Transmissão Espiritual que Podem nos “Contagiar”

Uma visão bastante precisa sobre a distorção da espiritualidade e do aproveitamento comercial desta moda é apresentada por Mariana Caplan, que apresenta a realidade de 10 doenças de transmissão espiritual.

1. Espiritualidade de comida rápida

Se misturarmos a espiritualidade com uma cultura que celebra a velocidade, a multitarefa e os resultados rápidos, provavelmente iremos obter o resultado da denominada espiritualidade de comida rápida.

Esta, tal como é definida por Caplan, é um produto da fantasia comum e compreensível de que o alívio do sofrimento na nossa condição humana pode ser rápido e fácil.

O caminho da espiritualidade ou, melhor dizendo, a transformação espiritual NÃO se pode obter como uma solução rápida.

2. A espiritualidade da imitação

Falar de forma calma, nos vestirmos com certas roupas e cores, agir de determinada forma… tudo isto é essencial se queremos nos considerar pessoas espirituais?

Certamente NÃO. Esta doença de “transmissão espiritual” nos faz tentar imitar a ideia do que acreditamos ser espiritual, da mesma forma que um tecido de pele de leopardo imita a pele real deste animal.

3. Motivações confusas

A necessidade de preencher o nosso vazio emocional, a crença de que o caminho espiritual nos liberará dos sofrimentos da vida e o desejo de sermos especiais e “mágicos” faz com que misturemos estas aspirações com o desejo genuíno e puro de crescer.

4. Identificar-se com as experiências espirituais

Assim como afirma Caplan, “nesta doença, o ego se identifica com as nossas experiências espirituais e as assume como próprias, e começamos a acreditar que estamos encarnando ideias que surgiram dentro de nós em determinados momentos“.

Obviamente isto não dura por tempo indeterminado, ainda que tenda a perdurar naquelas pessoas que acreditam ser “iluminadas” ou que se comportam como “mestres espirituais e de vida”.

5. O ego espiritualizado

Caplan explica que esta doença ocorre quando a própria estrutura da personalidade do ego se mistura de forma profunda e inabalável com ideias e conceitos espirituais.

O resultado é uma estrutura do ego que é “à prova de balas”. Nos tornamos invulneráveis à ajuda, fechamos os nossos sentidos a novas informações contraditórias e a outras propostas construtivas.

Nos tornamos impenetráveis e estancamos o nosso crescimento ainda que, supostamente, tenhamos a desculpa da espiritualidade.

6. A produção em massa de mestres espirituais

Existe uma grande quantidade de tradições espirituais (o budismo, por exemplo) que atualmente estão na moda. O resultado do marketing é uma comercialização de figuras e especialistas que se dão a conhecer como pessoas com grande iluminação espiritual quando na realidade não é assim.

Como afirma a nossa autora, “esta doença funciona como uma corrente transportadora espiritual: coloque-se neste resplendor, consiga aquela visão e bam!

Você está iluminado e pronto para iluminar outras pessoas de forma semelhante. O problema não é que estes professores ensinam, mas sim que se apresentam como se tivessem alcançado a mestria espiritual.”

7. O orgulho espiritual

Quando o praticante, graças a anos de esforço, alcança um certo nível de sabedoria, pode chegar a usar esta conquista para se fechar a outras experiências.

É possível que você se sinta em “superioridade espiritual” e que transmita uma mensagem sutil que vem a dizer “eu sou melhor que os outros, mais sábio e superior, pois sou espiritual”.

8. A mente do grupo

A mente de grupo é um vírus insidioso que contém muitos elementos da codependência tradicional. Alianças e acordos sutis e inconscientes em relação à forma de agir e pensar, de falar e de vestir podem levar a rejeitar outras experiências, padrões de pensamento ou pessoas.

9. O vírus mortal

“Eu já atingi o meu objetivo final do meu caminho espiritual”. Esta doença pode ser terminal e mortal para a nossa evolução espiritual.

Como afirma Caplan, “o nosso progresso espiritual termina assim que essa ideia é formada na nossa mente, porque no momento em que começamos a acreditar que chegamos ao final do caminho, um crescimento ainda maior é paralisado.”

Como se Livrar das Doenças Espirituais que Podem Levar à Morte

Nos EUA, os casos de mortes por doenças que não foram previamente diagnosticadas são pesquisados com seriedade e sem preconceitos.

No Brasil, nós temos os Sistema Floral Indígena, uma técnica da terapia alternativa, considerada pela Tradição indígena Tubakwaassu.

Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais, porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Se você sofre com doenças espirituais, considere experimentar o Sistema Floral Indígena.

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Alimentos Vibracionais

Os alimentos vibracionais são alimentos que Aumentam Nossa Frequência Vibratória.

São alimentos no qual podemos comer a vontade, pois possuem um alto índice de nutrientes que permitem que as nossas células tenham um padrão perfeito de saúde e vitalidade.

ALIMENTOS ORGÂNICOS

Ao comer os alimentos, você absorve as energias neles contidas. Não se esqueça de que os alimentos vão nutrir as duas células e se tornar parte de você.

Alimentos frescos e cultivados naturalmente sempre têm energias mais elevadas do que os que estão poluídos por pesticidas.

Os alimentos cultivados organicamente contêm os padrões vibratórios das energias vitais de que precisamos para a nossa saúde.

Os alimentos orgânicos são saudáveis, não apenas porque conservam o padrão energético normal do produto, mas também porque apresentam uma intensidade e uma taxa de vibração suficientemente elevadas para garantir a vida.

Ao nos alimentarmos de alimentos cozidos, há um aumento dos glóbulos brancos após a refeição — como se tivéssemos ingerido veneno.

A temperatura dos alimentos que ingerimos também pode fazer a diferença entre vida e morte, ou seja, entre os alimentos vivos (crus) ou mortos (cozido).

Inclua na sua alimentação os alimentos descritos abaixo, pois são fontes de vitaminas e minerais naturais, além de possuírem muita energia e vitalidade, favorecendo as células e o DNA, permitindo assim que a sua frequência energética aumente e seu gradiente de Luz brilhe cada mais:

  • Stévia – substituto do açúcar;
  • Semente de Linhaça;
  • Semente de Girassol;
  • Clorella;
  • Farinha Integral – substituta da farinha branca;
  • Quinoa;
  • Castanha do Pará;
  • Nozes, Amêndoas;
  • Cacau em Pó;
  • Suco de Limão;
  • Semente de Damasco;
  • Pólen de Abelhas;
  • Alho;
  • Ginseng;
  • Queijo tofu.

Antes de comer, faça um pouco de meditação, colocando as mãos sobre os alimentos para transmitir-lhes energia e sincronizar-se com eles.

Agradeça pelos alimentos que está ingerindo.

Alimentos que poderiam elevar, manter ou até diminuir
a frequência vibratória de nossas células

Pesquisadores classificaram certos alimentos que, de acordo com sua vibração, poderiam elevar, manter ou até diminuir a frequência vibratória de nossas células.

De 50 a 15 MHz estão os chamados superalimentos, que possuem alto conteúdo de minerais e força vital (cacau, algas, amêndoas, espirulina, limões, Goji Berry, mangostins).

De 15 a 5 MHz estão os alimentos das árvores, que são consumidos crus e possuem grande força vital (maçãs, mirtilos, coco, abacate, melão, abacaxi, manga, banana, pêssego, uva, cereja, laranja, nozes e frutas secas).

De 5 a 0 MHz estão os alimentos da terra, que, ao serem ingeridos cozidos, perdem sua força vital (repolho, alface, couve, couve-flor, cenouras, beterraba, batatas, feijões, nozes tostadas).

Isto poderia nos levar a concluir que para manter os padrões de saúde desde o nível celular até o geral, deveríamos consumir preferencialmente alimentos em seu estado integral, alimentos vivos que tenham mais enzimas, energia bioelétrica, bioluminescência, elétrons bioativos, biofótons, fitonutrientes, elevados campos vibratórios e energia vital em geral. [

Quando consumimos alimentos vivos, comungamos com a energia vital do planeta, submergindo-nos na energia do alimento como uma expressão do criador.

A dieta ideal nesta linha deveria ser individualizada, dando preferência a alimentos vivos, orgânicos, cultivados localmente, veganos, altamente mineralizados, baixos em calorias, com boa hidratação.

Um alimento preparado com amor, ingerido com consciência e gratidão.

O poder vibracional dos alimentos

Engana-se quem acha que os alimentos só servem para nos abastecermos. Ao comer os alimentos, você absorve as energias neles contidas.

Alguns alimentos que reduzem a frequência vibracional:

  • Açúcar refinado
  • Refrigerantes
  • Farinha branca
  • Alimentos processados
  • Alimentos enlatados
  • Alimentos industrializados
  • Fast food
  • Adoçantes artificiais
  • Alimentos geneticamente modificados

Resumindo, todos os alimentos que contém aditivos químicos, açúcares e químicas possuem um poder vibracional baixíssimo, sendo compatível com o das nossas células quando estamos doentes.

Por isso, busque consumir alimentos frescos, cultivados naturalmente e cozinhe o teu próprio alimento!

Os Nossos Alimentos e a Energia Própria Deles

A poluição do ar que respiramos, da água que bebemos, a intoxicação das terras que produzem os nossos alimentos e o stress diário, caracteriza o momento atual da existência humana.

Mas nós podemos mudar a nossa atual existência através do aprendizado da energia dos nosso alimentos.

Seguindo os conceitos energéticos, os alimentos possuem energia própria. Chamamos de “vitalidade” a capacidade que determinado alimento tem de aumentar a frequência vibracional das células do nosso corpo.

Segundo essa vitalidade energética, podemos dividir os alimentos em quatro grupos distintos.

Os ALIMENTOS BIOGÊNICOS são os que “geram” vida. Estão nessa categoria os brotos vegetais e os brotos verdes, que não são sementes secas nem plantas adultas.

Os ALIMENTOS BIOATIVOS são aqueles que “ativam” a vida. Eles devem ser consumidos maduros, crus e bem frescos.

Essa categoria inclui os cereais, as hortaliças, as frutas, as nozes e as ervas. Os ALIMENTOS BIOESTÁTICOS são aqueles que “diminuem” a vida.

Seu consumo proporciona o funcionamento mínimo do nosso organismo. São alimentos que provocam o envelhecimento das células e não têm substâncias vivas, porque sua energia vital foi destruída no seu preparo para o consumo.

Estes são os alimentos crus estocados, alimentos congelados e alimentos cozidos.

Finalmente, os ALIMENTOS BIOCÍDICOS, que são aqueles que “destroem” a vida.

A Nutracêutica

Considerados por alguns como uma disciplina cientifica, a NUTRACÊUTICA, investiga os benefícios celulares-energéticos dos alimentos, investiga os nutrientes específicos presentes nos alimentos e pesquisa o componente funcional dos elementos alimentares desvendando a maneira como estes atuam sobre as doenças que mais afligem a humanidade.

Segundo já se sabe, o segredo está nos chamados compostos bioativos – licopeno, flavonóides e outros – encontrados em algumas frutas, legumes, verduras, alguns peixes, também no iogurte e leite fermentado, alimentos estes que estão revolucionando conceitos e teorias sobre a nutrição humana.

Estudar os componentes dos alimentos, isola-los e descobrir a quantidade ideal para prevenir ou tratar as doenças: essa é a nova perspectiva da nutracêutica.

Como diz o velho ditado – “o peixe morre pela boca” – o homem também pode morrer pela boca quando ingere alimentos prejudiciais á saúde, desprezando os bons hábitos alimentares.

Como Aumentar a Sua Vibração

A maneira mais rápida de aumentar a sua vibração é consumir alimentos que estão cheios de energia vital.

Quanto maior o consumo de alimentos com energia máxima (alto poder vibracional) em seu dia-a-dia, maior a SUA energia vital, saúde, disposição e combate a doenças.

Os Florais Também São Alimentos Vibracionais

Os florais são considerados alimentos vibracionais porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Terapia Vibracional com Florais

O que você acha de mergulhar profundamente no conhecimento sobre a frequência das flores e entender a legislação brasileira para atuação com florais?

Com o Curso Sistema Floral Indígena, você aprenderá a preparar florais desde a colheita, as melhores formas de preparo e os ingredientes (insumos) necessários, receberá fichas para levantamento dos florais e avaliação de recomendação terapêutica, utilizará flores de plantas do conhecimento nativo e como aplicar em pessoas de diferentes idades e condições, como também sobre o uso veterinário de florais.

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As Essências das Flores

Essências podem ser de baunilha, bambu, flores… e são usadas, inclusive, para tratar as emoções, podendo ser compradas em pequenos frascos ou feitas em casa.

Embora essências sejam diferentes de óleos essenciais, elas funcionam muito bem quando a intenção é apenas aromatizar o ambiente.

Você pode utilizar essências aromáticas de diversas formas no dia a dia – para dar um cheiro especial às suas roupas enquanto elas lavam na máquina ou ao passá-las com o ferro, como aromatizador de ambientes que tendem a ficar com um cheiro desagradável (como o banheiro) ou até para dar cheiro em cosméticos artesanais como o sabão.

As essências servem apenas para perfumar e não oferecem os benefícios terapêuticos dos óleos essenciais, que são as substâncias usadas na Aromaterapia.

Se você só precisa dar um cheirinho para sua casa ou seus produtos caseiros, fazer sua própria essência aromática é uma boa ideia, já que as essências sintéticas são apenas versões dos aromas naturais produzidas em laboratório, além de conterem fixadores e corantes artificiais que podem causar alergia, crises de asma e rinite.

É possível fazer as essências aromáticas com diversas combinações de plantas e flores aromáticas.

As Essências Florais

A terapia floral é um método de cura natural criado pelo médico inglês Dr. Edward Bach, que por meio das essências florais podem equilibrar as nossas emoções.

Para entender melhor como atuam as essências florais precisamos compreender que Dr. Bach atuou no caminho inverso ao da medicina tradicional: ele vai direto à fonte da causa da doença.

Para entender melhor como atuam as essências florais precisamos compreender que Dr. Bach atuou no caminho inverso ao da medicina tradicional: ele vai direto à fonte da causa da doença.

As essências podem fazer maravilhas por seu bem-estar. Desde combater o estresse até reduzir as dores de cabeça, determinadas essências exercem impactos positivos sobre nós.

Os florais são “alimentos da alma”, feitos com as essências das flores e conservantes naturais, não tendo quaisquer contraindicações.

São considerados alimentos vibracionais, porque tratam não só os sintomas como as causas, sejam elas espirituais, energéticas, físicas ou emocionais.

Atuam positivamente no auxílio ao tratamento de fobias, como o Transtorno do Pânico e o medo de dirigir, em situações de desentendimentos afetivos (familiares, entre casais etc.), conflitos internos e no trabalho, ansiedade, depressão, angústia, nervosismo, desânimo e muitos outros.

Você pode aprender muito sobre as essências florais com o Sistema Floral Indígena, uma técnica da terapia alternativa considerada pela Tradição Indígena Tubakwaassu.

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Os Florais

Como tomar remédios florais é a primeira pergunta que você deve se fazer ao escolher florais para fazer o seu tratamento.

Combinações previamente misturadas são oferecidas por alguns produtores de florais, mas você deve se lembrar que, quando se escolhe florais, você nunca deve levar em conta seus sintomas físicos.

Os florais são sobre você e, se você necessita ajuda para um problema físico, você deve consultar um médico qualificado,  juntando, se possível, a utilização de florais.

Uma lista de remédios florais pode ajudá-lo(a) a descobrir quais combinam com seus sentimentos atuais e, depois, é só obtê-los e iniciar o seu tratamento.

Aliás, os florais também podem ser usados em animais, mas é importante saber a dosagem antes de começar administrá-los.

O que são as essências florais

As essências florais são extratos líquidos sutis, geralmente para consumo oral, usados para tratar questões do bem-estar emocional, do desenvolvimento da alma e da saúde do corpo-mente.

Os florais são catalisadores do processo de evolução pessoal, nos levam a identificar e transformar emoções e tendências negativas ou destrutivas, favorecendo o acesso a novas possibilidades da vida interior.

Os florais são soluções elaborados a partir de essências de flores altamente diluídas , que incorporam não mais a essência física, mas um padrão vibracional da flor que lhe deu origem.

Por isso, os florais não atuam sobre a bioquímica do corpo, como nos remédios alopáticos.

Os florais atuam nos campos energéticos, propiciando a cura de estados emocionais, mentais e espirituais que interferem em nosso corpo físico, promovendo a doença.

O sistema floral, hoje, é composto de 38 essências florais divididas nos grupos: medo, incerteza, falta de interesse no presente, solidão, hipersensibilidade a influências e ideias novas, desespero e preocupação excessiva com o bem estar dos outros.

Como os florais atuam sobre nós?

As essências florais ampliam a capacidade de comunicação entre a alma e a personalidade, desbloqueando e limpando os canais a fim de nos mantermos em sintonia mais fina, sutil e amorosa com nossa natureza e promovendo um imenso bem estar e saúde.

Quanto tempo devo tomar o floral?

Os resultados com o tratamento com florais variam caso a caso. Se for agudo ou circunstancial é rápido, se for crônico é a longo prazo.

O tratamento apresenta resultado em torno de 2 meses. Se isso não ocorrer, provavelmente os florais estão mal receitados.

No Brasil, o SUS, Sistema Único de Saúde já utiliza oficialmente os florais. Eles não tem contraindicação, mas podem lhe devolver o equilíbrio e a alegria de viver, mesmo em circunstâncias adversas.

*Os florais não são medicamentos e não substituem o tratamento médico.

COMO FUNCIONA A TERAPIA COM FLORAIS

Essências florais trabalham emoções e ajudam a restaurar o equilíbrio. A terapia floral utiliza-se de compostos energéticos chamados essências florais.

Por exemplo, se um sentimento de falta de confiança em si mesmo, nas suas capacidades e habilidades esteja sendo um obstáculo para uma pessoa no momento, o “Larch” dos Florais de Bach poderia ajudar a dissipar esse negativo e mostrar a real capacidade que há dentro dela.

Desenvolvida por Edward Bach, as essências florais de Bach compõem uma terapia alternativa que foi inspirada nas clássicas tradições homeopáticas.

Atualmente temos vários outros sistemas florais, como os Florais de Minas e Florais Brasileiros, cada um com suas flores, mas seguindo os mesmo princípios.

A utilização dos florais é bem simples, a dosagem padrão é de quatro gotas diretamente na boca, no mínimo quatro vezes ao dia.

Não existe uma idade mínima para recomendação de florais, mas temos o cuidado de pedir para diluir em água para bebês e crianças pequenas, assim como para gestantes e mães amamentando.

Terapia Vibracional com Florais

Você gostaria de mergulhar profundamente no conhecimento sobre a frequência das flores?

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